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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010


"Tolerância é a paciência concentrada."
-Thomas Carlyle-

Paz e bem.
Aline.

Eu sou a Paz

"A minha alma está armada e apontada para a cara do sossego.
Pois paz sem voz, não é paz, é medo.
Às vezes eu falo com a vida,
Às vezes é ela quem diz:
'Qual a paz que eu não quero conservar pra tentar ser feliz?'"
(O Rappa)

Durante os quatro dias de carnaval estive com a Jocum pelas ruas do Rio de Janeiro, participando de mais um impacto realizado pela Ong. Este ano o tema foi "Eu sou a Paz - Porque a sua alegria pode durar o ano todo." Falar de paz para mim sempre pareceu algo bem simples, mas dessa vez eu vi que viver a paz implica mais num estilo de vida do que num discurso que já cansou. Os dias me fizeram entender que eu, como promotora e defensora convicta disso, requer de mim um senso de responsabilidade nunca antes vivido, mesmo buscando conhecer à Deus e a "andar como Ele andou".

Quando deparei com idéia central do evento, confesso que achei difícil um primeiro contato com as pessoas que iria encontrar nas ruas. Pensei que, certo ou errado, muitos já teriam um conceito de paz bem estabelecido e apresentar uma nova proposta tornou-se para mim um grande desafio. É verdade que deparar com um cenário violento e decadente como o do Rio, poderia nos confortar, de certo modo, em pensar em levantar uma "bandeirinha branca" para consolar a massa de corações aflitos e sem esperança, mas o carioca tem andado tão neutralizado que ele seria capaz de tratar esse assunto com frieza e até desdenhar sem um pingo de respeito. O que acontece é que muitos, senão a maioria, mesmo com opiniões tão fixadas, carregam dentro de si uma esperança que nem eles mesmo sabem de onde vem. Como disse Saramago: "Dentro de nós existe uma coisa. Uma coisa que não tem nome. Essa coisa é o que somos."

Ao entender o que Deus queria nos ensinar sobre a paz, me trouxe um compromisso muito maior do que o velho hábito de cultivar um sentimento radicado na idéia nada generosa que alimentamos sobre o "amor ao próximo". Entender que amar significa muito mais que nobres emoções ou o conceito de civilização ideal que fazemos, requer não só atitudes de paz, mas sim ser essa paz. E ser a paz revela em nós o caráter daquele que tudo criou e tudo formou.

Daí encontramos pessoas de todos os tipos e isso não é novidade num carnaval carioca. Pessoas de todas as cores, de todas as danças, de todos os brilhos. De todas as mulheres, de todas as crianças e de todos os sons. Homens de bem e homens que só queriam ver. Ver as luzes, os fogos e os passistas de dentro e fora da avenida. Vimos crianças de colo no colo e no chão. Vimos crianças por todos os lados. Tinha jovens parados por dentro e por fora. Tinha muito riso, muita beleza, muita alegria e muita tristeza - essa escondida porque carnaval não foi feito pra ficar triste, a não ser "triste de felicidade". Tinha bandeiras, batuques e balões. Flocos, folia e dezenas de foliões. E eu vi também a nudez revelada sem pudor e, quimera, com pudor. As ruas do Rio estava repleta de uma solenidade que comemorava a transição temporária de humor. E foi o barulho das gargalhadas e dos choros que moveu a gente. Que levou a gente pra mostrar que a alegria é uma escolha e que pode sim, durar o ano todo. A vida toda.

Levada a pensar na paz que excede todo entendimento gerou em mim um desejo imensurável de querer compartilhar isso com o mundo todo, porque eu não consigo aceitar que o homem insista em culpar Deus pelo que nós nos tornamos. Mas eu consigo acreditar que se eu insistir em fazê-lo desistir, viveremos dias onde o discurso irá se tornar uma breve história contada em papéis, escrita por homens dos tempos da desilusão, que se tornaram fábricas da paz porque conheceram o autor da vida. Assim eu acredito. Assim seja.

"É pela paz que eu não quero seguir admitindo"

Eu sou a paz. A minha paz vos dou...

Paz e bem.
Aline.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Pequenas Misses-High Glitz

Dando uma passada no site Colherada, achei uma reportagem sobre o livro "High Glitz – The Extravagant World of Child Beauty Pageants" (algo como O mundo extravagante da beleza nos concursos de criança), lançado em 2009, que reúne fotos das meninas que posaram para ela, fotógrafa Susan Anderson, momentos antes de encararem os juízes.
O livro mostra a transformação feita em cada criança e revela esse universo chocante de "Pequenas Misses". Esse tipo de concurso é muito comum em alguns estados americanos e acontece entre meninas de 12 à 13 anos. Movimentam uma grande economia e atraem milhares de mães esperançosas em transformar suas filhas em pequenas estrelas capazes de sustentar a família com sua beleza. Todas as meninas são forçadas a praticarem uma rotina muito pesada. Acordam às seis da manhã para a maratona de troca de roupas, maquiagem e a criação de penteados assustadores! Algumas chegam a fazer apliques e a usar "jaquetas dentárias", para encobrir imperfeições nos dentes. Detalhe: Todas tem que usar salto-alto!

Um jornal americano que comentou o trabalho da fotógrafa, disse que "essa era uma 'cultura monstro' que fantasia as meninas parte como cantoras de country, parte como donas-de-casa da década de 50, numa alusão a uma imagem feminina que quase não existe mais." O Colherada, fez menção ao filme "Pequena Miss Sunshine" (2006), onde a lindinha da Oliver sonha em participar de um desses concursos. No filme, sua família exótica, embarca numa aventura dentro de uma Kombi que leva um tio "mal-resolvido", um avô que decide morrer durante a viagem, um irmão depressivo e surdo, uma mãe doce e determinada, um pai estressado e a menina Oliver, que não tinha nada a ver com o concurso. Pequena Miss Sunshine está entre os meus prediletos. É engraçadíssimo e cheio de boas emoções. Mostra que ninguém é perfeito e que em algum momento, todo mundo precisa "explodir".

*Oliver é a menina de maiô vermelho.

Bem, Aline acha isso bizarro e assustador. Acha que esse tipo de atitude pode gerar comportamentos complicados daqui a alguns anos na vida dessas crianças. É deprimente ver como os pais podem agir de maneira tão desesperadora por causa do dinheiro, a ponto de arriscar a identidade das meninas. Mesmo que ainda sejam muito pequenas para definir isso, é uma situação que pode influenciar negativamente, de forma que a sociedade tenha que deparar, daqui um tempo, com jovens vazios, sem limites e cada vez mais hedonistas.

O canal DISCOVERY HOME & HEALTH, da SKY, começa a exibir no próximo dia 21, um programa que acompanha a saga das famílias em busca de coroas cintilantes, títulos pomposos e muito dinheiro. Os preparativos se intensificam durante a semana anterior ao último desfile. Desde o agendamento em manicures e cabeleireiros aos toques finais nas roupas, além de vários ensaios e sessões de orientação, cada criança se prepara para sua performance final. No palco, a decisão cabe aos juízes, mas ainda assim, os pais farão de tudo para provar que seus filhos são os mais bonitos. Espero que essa triste realidade alcance muitas pessoas e mostre como a futilidade, a ganância e a maldade reinam discretamente nos meios sociais considerados países de primeiro mundo.

Paz e bem.
Aline

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

"Basta-me um pequeno gesto
Feito de longe e de leve
Pra que venhas comigo
e eu pra sempre te leve..."
-Cecília Meireles-

Paz e bem.
Aline.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Persépolis

Mais um livro estacionou em minha estante. Ainda pequena. Dessa vez foi Persépolis. Um presente de um primo; nobre escritor em ascensão, exilado em SP e um grande perigo de contaminação com suas idéias subversivas. Risos. O livro é uma autobiografia que conta a história de Marjane Satrapi, ou Marji, que tinha apenas 10 anos quando ocorreu a revolução iraniana de 1979 que derrubou o Xá Mohamed Reza Pahlevi. Numa história em quadrinhos em preto e branco, repleto de sensibilidade, inteligência e bom-humor, Marjane relata de forma comovente como o fanatismo religioso é nocivo e irracional.

O livro trás momentos impressionantes da história do Irã, como o que mostra como as mulheres passaram a usar o véu por afirmarem que seus cabelos emitiam energias que excitavam os homens, de forma que eles não eram responsáveis caso decidissem executar o estupro. A rotina da menina e de sua família era somada ao grande clima de terror interno e externo, provocado pela guerra contra o Iraque. No Irã de Marjane qualquer um podia ser seu inimigo. O livro é fantástico. Revela toda a acidez que permeia a mente de um jovem. Os pais de Marji faziam parte de uma classe média, intelectualizada e socialista. A presença deles nas manifestações contrárias ao regime era algo constante, mas Marji nunca entendia muito bem o que levava seus pais fazerem isso e muito menos a razão da vergonha de andar no Cadillac de seu pai. Entre conversas que tinha com Deus, participações escondidas nestas manifestações e a leitura de vários livros, Marji começou a entender o porque certas coisas aconteciam: "A razão da minha vergonha e da revolução é a mesma: A diferença entre as classes sociais." Ela não via sentido nas desigualdades cada vez mais abismais entre mulheres e homens do seu país. O que realmente não tem.

A menina, que vai crescendo ao decorrer da história, começa a perceber a diferença, a sutil diferença, entre ser o que o mundo determina e ser o que tem significado pra ela. Sem medo de se expor e de lutar pela sua verdade, ela vai sendo moldada pelas suas experiências, não abrindo mão dos valores e integridade, como sua avó costumava dizer. Marjane Satrapi traduziu neste livro tudo aquilo que parece estar mal resolvido dentro de nós, mas nada que um pouco de coragem e autenticidade não deixe esclarecido. Um fato emocionante que pulsa vida!

O mais legal são as semelhanças entre ela e o leitor. Sem dúvidas, as mentes inquietas do mundo se viram no universo de Persépolis. E claro, assim como ela, macarrão fez parte da minha vida por um bom tempo. Adorei o livro!

"Por trás de aparência de mulheres modernas, minhas amigas eram autênticas tradicionalistas."
(Persépolis)
Paz e bem
Aline.




domingo, 7 de fevereiro de 2010

Invasão

Não sou o tipo de garota cheia de frescurinhas. Coisas parecidas com "tenho medo de baratas" ou que tem as unhas impecáveis. Não mesmo. Mas existe uma coisa que me dá arrepios: os gongolos. Eles são os seres mais bizarros e nojentos que já vi. Toda vez que vejo um, minhas mãos começam a coçar e me dá tremeliques. Agora, porque eu estou falando desses bichos grotescos em meu blog? Veja bem...

Nos últimos dias em minha casa tem aparecido dezenas deles por todos os cantos. De vários tamanhos. Meu irmão chegou encontrar um grupo grande reunido no quintal. Deviam estar tramando uma possível invasão, é claro. Poxa! Justamente gongolos? Eles são horríveis!

(Eu estou aqui digitando e já parei várias vezes pra coçar minhas mãos. Só de pensar me dá calafrios.)

Então minha mãe pediu que eu procurasse na internet alguma solução pra isso. Vi que eles costumam aparecer em locais úmidos e não me convenci pelo fato do tempo estar muito quente e seco ultimamente. De qualquer forma, esperava achar algum tipo de exterminador prático pra dar um fim nesses monstrinhos de mil patas. Fui no site das pragas, inseticidas e até no Yahoo. Tudo que encontrei, foram pessoas me dizendo pra colocar telas nos ralo, sacos de areia nas portas e procurar manter o terreno limpo. Nada mal, não? Mas teve uma dica que foi a melhor de todas: Galinhas. Galinhas adoram gongolos!

Só faltava essa. A gente andando dentro de casa pisando em ovos...

Paz e bem.
Aline.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Fiquei como?

É interessante ver como pesquisadores de diversos ramos estão sempre buscando o estilo de vida ideal para os seres humanos. Mas acho mais interessante ainda o fato de que boa parte dessas "buscas" se restringem à minoria. Algo do tipo "onde os fracos não tem vez". Então a gente leva em conta a boa vontade dos estudiosos, somente. Homens bonzinhos que só estão preocupados com o bem-estar de todos nós. Afinal, se você nunca ouviu falar em Blueberry, paciência! Vai ficar faltando na sua mesa...

A revista Época publicou em 2009, uma lista muito peculiar com 8 alimentos que você deve comer todos os dias. Isto segundo o livro Eat This, Not That, algo como "Coma isso, não aquilo". Os alimentos são espinafre, iogurte, tomate, cenoura, blueberry, feijão preto, nozes e aveia. Pois bem. Fiquei pensando, calculando e percebi que tal descoberta não vai dar para ser seguida à risca pelos brasileiros. Estou falando de consumo diário e isso implica numa severa reeducação no estilo de vida da nossa gente, suas economias e disposição. De acordo com o livro, cada pessoa deve ingerir diariamente uma xícara de espinafre fresco (eu disse fresco!), uma de iogurte, 22mg de licopeno. Entendeu? Licopeno meu amigo! Presente em oito tomates cereja. Não vem com aquele tomatão que você compra no sacolão cheio de agrotóxicos, não! Você pode substituir por uvas rosadas ou caqui japonês. "Ah tia Aline, pode ser o brasileiro?" Não, não, não! Tem que ser o japonês porque senão não faz efeito! Meia xícara de cenouras todos os dias, queridos! De vez em quando você pode trocar por pimentão amarelo. Amarelo, viu? Uma xícara de Blueberry fresca. Não sabe o que é isso? É uma frutinha roxinha difícil de encontrar. Uma média de doze reais, 125g. Meia xícara de feijão preto. Ô que beleza! Ufa! Sete nozes por dia. Sabe aquelas que restam da ceia? Então, guarda porque você vai precisar delas durante o ano todo. E por fim meia xícara de aveia. Pronto. Você será a pessoa mais "nutricionada" do mundo!

Que bom... espero que todos entendam a necessidade de diversificar e sair da rotina do arroz, feijão, carne e macarrão. As propriedades nutricionais desses alimentos são fundamentais para o bom funcionamento de seu organismo, meu bem! Os autores dos livros são uns fofos, não acham? Imagine? Se você não seguir essa nova dieta, vai ficar sem licopeno, probióticos e carotenóides. É bem como diria o Chapolin: Mais vale prevenir do que dois voando...

Paz e bem.
Li:)


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Jocum no Haiti

Porque eu amo tanto o trabalho que a Jocum faz?

Porque eu acredito...

Uma equipe de Jocumeiros foi enviada ao Haiti para ajudar aquele povo. Eles tem vivido experiências muito fortes e descoberto naquelas pessoas coisas preciosas, o que a mídia não mostra para o mundo. Afinal, porque eles se importariam com isso? Morreram mais de 200 mil haitianos. Para muitos líderes centrados num poder ganancioso e egoísta, são menos 200 mil que "em nada podem contribuir para o desenvolvimento do mundo" para eles alimentarem. Nessas horas não sei pra quem direcionar minha compaixão: esses narcisistas fanáticos ou os mais necessitados.

Enfim, não falei sobre a tragédia do Haiti aqui no blog porque é muita indignação e não quero expor o que eu penso. Quem sabe qualquer hora? É um caldeirão de sentimentos e idéias. Uma outra hora, talvez. Mas não podia deixar de convidar vocês para acompanharem o dia-a-dia dessa galera que é gente boa demais! Tô com eles e não largo...

Clique aqui e vá para o blog deles.

Paz e bem.
Aline.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Olhares




Encontrei um site cheio de vida. Adoro fotografias e sempre mergulho fundo na internet atrás de imagens que possam traduzir alguma coisa com significado, sentimento e emoção. Olhares é um site que consegue transmitir esses valores de maneira muito especial. Uma rica coletânia de vários artistas formam esse espaço que, sutilmente, mostra a vida a partir da lente de uma câmera fotográfica. Foi difícil escolher algumas para postar aqui, mas essas, de forma especial, encantaram o meu olhar.

Paz e bem.
Aline

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

O poderoso Michael

Existe uma imensa lista de filmes que quero realmente assistir antes de morrer. Aos poucos vou eliminando, mas filmes tomam tempo. Imagine os que duram quase três horas? Cansam a vista e dói o pescoço, mas você não se importa porque o filme é melhor do que Coca-cola gelada no deserto. É o tipo de filme que não merece um "The end" e você imagina como seria caso ele se tornasse uma série cotidiana. Existem filmes que merecem a eternidade.

O Poderoso Chefão: "I will make him an offer he can not refuse - Vou fazer-lhe uma oferta que não poderá recusar". Um filme excelente, apesar de tudo. Não houve nada que não tenha gostado. O filme mais "masculino" de todos os tempos, eu acho. Porém não vim falar exatamente sobre o filme. Gente, quem assiste "Perfume de mulher" ou "Advogado do diabo" imagina que o célebre Al Pacino daria, na década de 70, pra galã de cinema? Com todo respeito, ele estava impecável! Fiquei admirada, tipo quando vejo hoje Ben Affleck, Vin Diesel ou Chris Evans em chamas no Quarteto fantástico. Há quem diga que Marlon Brando teve seus momentos. Em outras décadas, é claro. Ele não estava nada charmoso com aquele queixo empinado. Charme fez o Michael. O silêncio, a calma nos atos, a postura... No filme, o sorriso dele é raro. Quase não se vê. E encerra qualquer expressão com seu olhar. Uma marca registrada do ator. Veja como era Michael Corleone. O típico homem imponente que atuou de forma brilhante em The Godfather - O Poderoso Chefão.

Don Michael Corleone



*Como era e como está

Achar bonito não é feio:)

Paz e bem.
Aline.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Ipad - Feito para as mulheres



Porque eu falaria do Ipad aqui em meu blog? Não porque todos estão comentando e muito menos porque isso tenha se tornado um alvo para meu consumo. Até porque, é uma ferramenta que não faria muita diferença em meu estilo de vida e também porque eu não disponho de tantos dólares para comprá-la. Bem, não disponho de dólar algum.

Mas eu, com meu humor humilde e levemente debochado, jamais deixaria de contrariar esse fato. Claro que Steve Jobs merece aplausos por sua nova criação revolucionária. As invenções são mesmo fantásticas. Porém, tal novidade tem sido motivo de risos e piadas entre as mulheres norte-americanas. Em inglês, o termo pad, é usado para se referir à absorventes. Pode acreditar. Aline não tem nada contra o fato dos "cabeças" da tecnologia serem homens, mas como disse uma colunista, Eve Tahmincioglu, num site americano: "Isso é o exemplo perfeito do por que precisamos de mais mulheres no mercado de tecnologia."

Homens, eu sinto muito. Ela tem razão. Agora vocês terão de carregar também em suas bolsas a nova versão, sem abas, de Steve Jobs.

Isso é ótimo! Beijos estrelados pra vocês...

Fonte:huffingtonpost.com

Paz e bem.
Aline:)

O som que ele faz

Eu realmente gosto de Jason Mraz. Suas canções são amáveis e o som que ele faz é incrível! Junto com Colbie Caillat cantando Lucky, que tudo! E sabemos muito bem que ele tem sido a inspiração de milhares em todo o mundo. Estou pendurada na idéia de aprender a tocar violão e fico apaixonada quando encontro pessoas que fazem um show com esse instrumento, ainda mais cantando I'm yours. Olha o que esse japinha faz:



Eu adoro as crianças!

Paz e bem.
Aline.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Choro



Definição 1: O choro é um efeito fisiológico dos seres humanos que consiste na produção em grande quantidade de lágrimas dos olhos, geralmente quando estão em estado emocional alterado como em casos de medo, tristeza, depressão, dor, saudade, alegria exagerada, raiva, aflição, etc.

Definição 2: O choro é a manifestação dos sentidos.

Paz e bem
Aline.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Pincelada

Já falei sobre o BRIC algumas vezes. Estou dando uma pincelada no assunto, ou melhor, a saga continua. Ultimamente, essa sigla vem se tornando algo mais comum em colunas sobre economia mundial e outros grupos. Acho super interessante falar sobre isso e principalmente que as pessoas fiquem informadas à respeito, mas é lamentável que uma boa maioria ache o tema uma "chatisse". Afinal, vivemos numa sociedade que está preocupada com o hoje e agora. Bem, já falei sobre isso também. O assunto vem sendo atualizado mais constantemente e a mídia tem dado um pouquinho mais de importância, sem ser evasiva, técnica demais e cansativa. Vale a pena acompanhar os passos que o BRIC tem dado.



Hoje, lendo as notícias no site da BBC, encontrei uma reportagem que o 'Financial Times' deu sobre um assunto que trata de uma situação na qual tenho pensando e insistido em pensar: O mercado da beleza. O que? Não consegue entender a conexão que há entre os países emergentes e o mercado da beleza? A conexão é terabytes meus amigos! Se quiser entender melhor o assunto, clique aqui.

Paz e bem.
Aline.