E eu estive pensando nas coisas que eu fiz nestes seis anos...
PENSEI EM QUANTAS ORAÇÕES EU FIZ POR AQUELE POVO...
PENSEI EM QUANTAS VEZES MINHA IGREJA SEPAROU UM MOMENTO PARA INTERCEDER POR ELES...

E eu estive pensando nas coisas que eu fiz nestes seis anos...
PENSEI EM QUANTAS ORAÇÕES EU FIZ POR AQUELE POVO...
PENSEI EM QUANTAS VEZES MINHA IGREJA SEPAROU UM MOMENTO PARA INTERCEDER POR ELES...

Ontem foi o dia internacional da mulher... Mas eu andava tão desligada, que nem me toquei pra escrever algo sobre isso aqui. Na verdade nunca escrevi algo sobre as mulheres. Sempre gostei de escrever para o ser, independente de sua humanidade. Não importa. Nesse dia oito que passou, a gente sempre ouve os redimidos da vida dizendo: Dia da mulher é todo dia, mas não são todos os dias que eles dão rosas pra elas. Os poetas dizem que a alma feminina é uma coisa indecifrável. Não há quem possa entendê-la a não ser o seu criador. Tem coisas que Deus guarda só pra Ele. Sabemos disso.
Paz e Bem.
A gente acha aqui em casa que eu herdei essa coisa de escrever do meu pai. Meu pai é um homem e tanto sabe? Daria pra filósofo. Gosta de falar da vida e do que nela contém. Meu pai gosta de instigar o desconhecido e de se apegar a novas descobertas. Meu pai gosta de pensar. Tem uma mente questionadora, mas sadia. Meu pai escreve poesias. Lindas poesias. Na verdade escrevia. Faz tempo que não vejo os sentimentos dele traduzidos em palavras. Talvez o tempo, a correria, as caixinha de surpresas que a vida é. E tem umas que gosto muito. Quando nasci, ele me fez duas e já estão em algum lugar do meu blog. Mas uma é linda e decidi colocá-la aqui também. Talvez pelo momento que estou vivendo hoje... Vai saber?
Nos últimos dias tenho compartilhado uns vídeos com pessoas importantes. Esses vídeos mostram em alguns poucos minutos a revelação de Deus através de palavras humanas. Quando vejo alguma situação que fere a fé cristã, eu não me surpreendo. Não mesmo. Fomos alertados de que coisas absurdas aconteceriam no mundo. A única coisa que me surpreende é a minha incapacidade e indisposição para mudar isso. Hoje fiquei constrangida em ver como eu descubro aos poucos que minhas pressuposições estão mais distorcidas do que podia imaginar. É sinceramente falso de nossa parte viver um cristianismo fragmentado, baseado na sabedoria humana, onde você vale o que tem e onde você é sempre melhor do que quem está ao seu lado. Não importa no que seja. Você é! E isso é, repito, suicídio. Lembro perfeitamente de uma coisa que um tio falou quando eu era criança:


Faz muito tempo que assisti (incontáveis vezes), mas hoje decidi falar dele aqui. De tão simples que é fiquei simplesmente apaixonada. Esse é daqueles que vejo assim como bebo água. Tão quanto é necessária para o corpo, ele é sede pro coração. Está na lista dos perfeitos. Simples como amar é um filme que conta história de dois jovens especiais que descobrem o amor, lutando contra o infeliz preconceito de que os diferentes da normalidade estéril, não amam. Quem foi o tonto que inventou isso? Só poderia ser normal demais.
Carla e Danny formam nessa adorável história um casal divertido em suas descobertas. Dirigido por Garry Marshall, o mesmo de Uma linda mulher (quem lembra da cena: nada de beijos!? É fantástica), que também dispensa comentários, não recebeu o Oscar porque não pediram minha opinião. Bem, se ainda não assitiu, vale muitíssimo a pena ver. E de novo, e de novo, e de novo...
Paz e Bem.
Aline:)
Essa semana chamei o amor de bulhufas!
Numa de minhas tardes, quando abria a página de meu blog, deparei com uma frase que encaixou com momento que estou vivendo. Sêneca traduziu um pensamento de Cristo com outras palavras. Geralmente os grandes pensadores faziam e fazem isso. Porque será? Dizia o seguinte:
O amor é uma semente de uma flor