domingo, 13 de setembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
domingo, 30 de agosto de 2009
Tele(sem)visão
Ei... assim dizem os capixabas. Carioca fala oi, beleza, e aí, já é, pois é, então...
Comigo acontecem umas coisas...
Alê me emprestou uma televisão até que a minha chegue lá do Rio. Ela é uma Tv tranquila, até que um dia ela decidiu parar do nada. Tudo bem. Era fim de semana e eu nem estava em casa para assistir. Mas daí a segunda chegou. Já era noite quando eu tentei ligar outra vez e só se ouvia as vozes. Nada de imagens. Alguns segundos e pronto! Ela voltou ao normal. Vinha muito bem nas últimas semanas quando outra vez: Pluctplactzumzumzum&%$#@*. Ela parou! Era sábado e eu estava de saída. Nem liguei. Pensei: Ah... segunda ela volta. Passei o domingo tomando um sol e saí o resto do dia. Pra que televisão?
Pois é! Chegou segunda, fui trabalhar e ela nada. Cheguei tarde em casa, sem sono e quando fui tentar ligá-la, nada outra vez. Deixei a luz vermelha piscando pra lá. Uma hora ela voltaria. Fiz o que tinha que fazer, preparei algo pra comer e de repente... vozes. Yes! Teria Tv pra assistir. Mas eram só vozes. Gente, que agonia! Eu sentada na cama ouvindo altos papos em Caminhos das Índias. Tenha dó... Me senti como se estivesse ouvindo aquelas novelas de rádio, sabem? Alguém poderia me dizer a cor do Saree que Maya estava usando? Fiquei curiosa...
FAMÍLIA CARIOCA... dá pra mandar a Tv pelo Drigo esse fim de semana? Amo vocês!
Comigo acontecem umas coisas...
Alê me emprestou uma televisão até que a minha chegue lá do Rio. Ela é uma Tv tranquila, até que um dia ela decidiu parar do nada. Tudo bem. Era fim de semana e eu nem estava em casa para assistir. Mas daí a segunda chegou. Já era noite quando eu tentei ligar outra vez e só se ouvia as vozes. Nada de imagens. Alguns segundos e pronto! Ela voltou ao normal. Vinha muito bem nas últimas semanas quando outra vez: Pluctplactzumzumzum&%$#@*. Ela parou! Era sábado e eu estava de saída. Nem liguei. Pensei: Ah... segunda ela volta. Passei o domingo tomando um sol e saí o resto do dia. Pra que televisão?
Pois é! Chegou segunda, fui trabalhar e ela nada. Cheguei tarde em casa, sem sono e quando fui tentar ligá-la, nada outra vez. Deixei a luz vermelha piscando pra lá. Uma hora ela voltaria. Fiz o que tinha que fazer, preparei algo pra comer e de repente... vozes. Yes! Teria Tv pra assistir. Mas eram só vozes. Gente, que agonia! Eu sentada na cama ouvindo altos papos em Caminhos das Índias. Tenha dó... Me senti como se estivesse ouvindo aquelas novelas de rádio, sabem? Alguém poderia me dizer a cor do Saree que Maya estava usando? Fiquei curiosa...
FAMÍLIA CARIOCA... dá pra mandar a Tv pelo Drigo esse fim de semana? Amo vocês!
Paz e bem.
Aline.
De que lado você está?
“Que diferença faz o que você tem? O que você não tem é muito mais.” Essa é uma frase de Sêneca, um filósofo romano, nascido em Córdoba pouco antes de Cristo. Casualmente folheava uma revista de “nacionalistas inconformados” e encontrei esse pensamento entre um meio fútil, consumista e capitalista ao extremo. Achei ideal para o ambiente em que ele se encontrava. Não há uma só página que não seduza nossos olhos com tanto luxo, riqueza, prazer e vaidade. Uma sociedade enxuta pelo falso poder que adquirem com o cifrão que rege suas vidas. Pessoas que são avaliadas pelo que elas possuem de maneira palpável e que de alguma forma vai fazer com que elas se sintam melhores em todos os sentidos. A Era em que vivemos movimenta uma disputa difícil e acirrada entre os homens: TER x SER. Há tempos foi dada a largada. De que lado você está?
Comecei a perceber como nós priorizamos coisas dispensáveis. Absolutamente. Acho que na verdade é que até as julgamos importante, mas como o homem não sabe julgar, se perde em seus anseios e possibilidades. Se um dia entendermos que podemos viver com o suficiente, a desigualdade entre as pessoas não será mais vista como um discurso político. Já não se fala mais em desigualdade como antes. Tornou-se algo igual. Infelizmente. Ninguém gosta do suficiente. Nunca é o bastante. Nós estamos passando por uma severa globalização pós-industrial. O fato do homem está constantemente adequando-se a essas mudanças, que exigem novas abordagens, novos conceitos, nos pede que acreditemos numa transformação de mente, um reposicionamento no tempo em que vivemos. Mudança de valores implica em muito mais do que uma simples conversa ou uma palestra motivadora. É questão de tempo dedicado à pessoas e investir em pessoas, de maneira intencional e relevante, é hoje um grande desafio. Pensar em consumismo nos transporta a uma dimensão muito real, onde o que você possui representa aquilo que você é. Isso não é bom, mas é um fato.
Consumismo é o ato de consumir produtos ou serviços, na maioria das vezes, sem consciência. A diferença entre o consumo e o consumismo é que no consumo as pessoas adquirem somente aquilo que lhes é necessário para sobrevivência. Já no consumismo a pessoa gasta tudo aquilo que tem em produtos supérfluos, que muitas vezes não é o melhor nem o que ela precisa, porém é o que ela tem curiosidade de experimentar. A explicação da compulsão pelo consumo talvez possa se amparar em bases históricas. O mundo nunca mais foi o mesmo após a Revolução Industrial. A industrialização agilizou o processo de fabricação, o que não era possível durante o período artesanal. A indústria trouxe o desenvolvimento, num modelo de economia liberal, que hoje leva ao consumismo alienado de produtos industrializados. Além disso, trouxe também várias conseqüências negativas por não se ter preocupado com o meio ambiente. Eis aí minha disposição em promover sustentabilidade. A Revolução Industrial do século XVIII transformou de forma sistemática a capacidade humana de modificar a natureza, o aumento vertiginoso da produção e por conseqüência da produtividade, barateou os produtos e os processos de produção, com isso milhares de pessoas puderam comprar produtos antes restritos às classes mais ricas, e olha que nem incluí a máfia da “pirataria”.
A sociedade capitalista da atualidade é marcada por uma necessidade intensa de consumo. O que gera em mim uma falta de expectativa de que o ser humano entenda o seu verdadeiro valor, é exatamente a influência que tudo isso tem tido sobre a vida dos jovens, principalmente. E isso independe da classe social em que ele vive. Hoje, vale muito mais a roupa que ele veste, o tênis que ele usa e os lugares que ele freqüenta do que os ideais que o sustenta. O valor do homem deve se firmar naquilo que ele é, não nas coisas que ele tem. Sinto que a cada dia que passa, o sistema capitalista tem conseguido promover mais o lado negativo do que qualquer positivismo que ele possa apresentar. Vale a pena refletir sobre em que estamos construindo nossas vidas e quais os legados que vamos deixar para as gerações futuras. Mesmo com toda pressão que o mundo tem exercido sobre nós, somos capazes de equilibrar e pensar num “todo”, de maneira consciente e justa. Se agirmos com indiferença, seremos apenas um acréscimo no imenso coral da humanidade. Sei que o mundo não vai mudar da noite para o dia, mas querer ser parte dessa transformação, é um começo. Albert Einstein disse uma frase que levo comigo por onde vou: “Uma mente que se abre a uma nova idéia, jamais retorna ao seu tamanho original.” Abra a sua mente e faça a escolha certa. Você é responsável pelo mundo em que vive. Afinal, onde está firmado o seu valor? Nas coisas que você tem ou naquilo que você é? Pense nisso!
Paz e Bem...
Aline Moreira.
Converse com Aline: aline.rodriguez@hotmail.com
Comecei a perceber como nós priorizamos coisas dispensáveis. Absolutamente. Acho que na verdade é que até as julgamos importante, mas como o homem não sabe julgar, se perde em seus anseios e possibilidades. Se um dia entendermos que podemos viver com o suficiente, a desigualdade entre as pessoas não será mais vista como um discurso político. Já não se fala mais em desigualdade como antes. Tornou-se algo igual. Infelizmente. Ninguém gosta do suficiente. Nunca é o bastante. Nós estamos passando por uma severa globalização pós-industrial. O fato do homem está constantemente adequando-se a essas mudanças, que exigem novas abordagens, novos conceitos, nos pede que acreditemos numa transformação de mente, um reposicionamento no tempo em que vivemos. Mudança de valores implica em muito mais do que uma simples conversa ou uma palestra motivadora. É questão de tempo dedicado à pessoas e investir em pessoas, de maneira intencional e relevante, é hoje um grande desafio. Pensar em consumismo nos transporta a uma dimensão muito real, onde o que você possui representa aquilo que você é. Isso não é bom, mas é um fato.
Consumismo é o ato de consumir produtos ou serviços, na maioria das vezes, sem consciência. A diferença entre o consumo e o consumismo é que no consumo as pessoas adquirem somente aquilo que lhes é necessário para sobrevivência. Já no consumismo a pessoa gasta tudo aquilo que tem em produtos supérfluos, que muitas vezes não é o melhor nem o que ela precisa, porém é o que ela tem curiosidade de experimentar. A explicação da compulsão pelo consumo talvez possa se amparar em bases históricas. O mundo nunca mais foi o mesmo após a Revolução Industrial. A industrialização agilizou o processo de fabricação, o que não era possível durante o período artesanal. A indústria trouxe o desenvolvimento, num modelo de economia liberal, que hoje leva ao consumismo alienado de produtos industrializados. Além disso, trouxe também várias conseqüências negativas por não se ter preocupado com o meio ambiente. Eis aí minha disposição em promover sustentabilidade. A Revolução Industrial do século XVIII transformou de forma sistemática a capacidade humana de modificar a natureza, o aumento vertiginoso da produção e por conseqüência da produtividade, barateou os produtos e os processos de produção, com isso milhares de pessoas puderam comprar produtos antes restritos às classes mais ricas, e olha que nem incluí a máfia da “pirataria”.
A sociedade capitalista da atualidade é marcada por uma necessidade intensa de consumo. O que gera em mim uma falta de expectativa de que o ser humano entenda o seu verdadeiro valor, é exatamente a influência que tudo isso tem tido sobre a vida dos jovens, principalmente. E isso independe da classe social em que ele vive. Hoje, vale muito mais a roupa que ele veste, o tênis que ele usa e os lugares que ele freqüenta do que os ideais que o sustenta. O valor do homem deve se firmar naquilo que ele é, não nas coisas que ele tem. Sinto que a cada dia que passa, o sistema capitalista tem conseguido promover mais o lado negativo do que qualquer positivismo que ele possa apresentar. Vale a pena refletir sobre em que estamos construindo nossas vidas e quais os legados que vamos deixar para as gerações futuras. Mesmo com toda pressão que o mundo tem exercido sobre nós, somos capazes de equilibrar e pensar num “todo”, de maneira consciente e justa. Se agirmos com indiferença, seremos apenas um acréscimo no imenso coral da humanidade. Sei que o mundo não vai mudar da noite para o dia, mas querer ser parte dessa transformação, é um começo. Albert Einstein disse uma frase que levo comigo por onde vou: “Uma mente que se abre a uma nova idéia, jamais retorna ao seu tamanho original.” Abra a sua mente e faça a escolha certa. Você é responsável pelo mundo em que vive. Afinal, onde está firmado o seu valor? Nas coisas que você tem ou naquilo que você é? Pense nisso!
Paz e Bem...
Aline Moreira.
Converse com Aline: aline.rodriguez@hotmail.com
O ideal que nos sustenta
(Como tem gente que não tem acesso ao jornal, a partir de hoje passo a divulgar no blog os textos que escrevo para "O Redator", no Rio de Janeiro.)
- Assim que Barack Obama tomou posse da presidência dos Estados Unidos, saiu uma reportagem num jornal apresentando o homem que estava por trás do seu discurso. O rapaz tem 27 anos e fez com que cada palavra dita pelo presidente ecoasse pelos continentes cheias de esperança. Naquele dia esse sentimento foi contagiante. Quando li sobre aquele jovem me senti motivada, afinal pensar em escrever o discurso do meu presidente é algo inspirador. Como se fosse um pôster, colei a reportagem na porta do meu guarda-roupa.
É a primeira vez que escrevo para um jornal. Escrever para mim é uma questão de expressão, sina e necessidade. Gosto do que faço e faço porque amo. Quando surgiu essa oportunidade, ela veio acompanhada da liberdade de expressão. Todo comunicador que se preze, tem isso como um grande alvo em sua carreira. Geralmente é determinado um assunto para o escritor e na maioria das vezes está relacionado a algum acontecimento de ordem nacional ou que esteja fluindo pelo mundo afora. Escrevemos para um perfil que gosta do que é notícia, do que movimenta a sociedade e gera curiosidade. Assuntos que atraem a multidão. Por isso, acredito que hoje o comunicador está um pouco adestrado por esse sistema e quando ele ganha liberdade para escrever para esse público, surge uma interrogação. Não é coisa que acontece com todos, mas estou falando de algo que faz a humanidade caminhar. Enfim, eu ganhei essa liberdade e isso é muito bom. Diante disso comecei a pensar no contexto social em que vivo. No estilo de vida que os jovens da minha região levam, das coisas que eles gostam, da realidade que enfrentam nos seus dias de sol e chuva com ônibus cheios e um “pancadão” domingo à noite numa casa de festas. No nível de vaidade que consome suas vidas, suas expecativas e perspectivas. Se elas existem ou não. Na desigualdade, na maneira como eles tem buscado se inserir num mundo pós-moderno, onde a tecnologia moderna já não é mais novidade. Pensei nas mentes cheias e nas mentes vazias, onde ser “orkuteiro” de plantão é moda. Porém, não! Eu não tenho orkut. Por decisão, antes que se tornasse uma necessidade como já é para a maioria.
Uma diversidade de possibilidades. Poderia escrever sobre todas essas coisas aqui e mesmo assim talvez não fosse o ideal. Afinal, o que é ideal para os jovens de hoje?
Tenho buscado ler um pouco sobre *Sustentabilidade. É um assunto de extrema importância e muito interessante, mas que infelizmente não interessa o bastante a ponto de influenciar no comportamento das pessoas e na mudança de mentalidade. Somente os seres elevados conscientemente são capazes de compreender a necessidade de ser sustentável. Isso me fez refletir em até que ponto as pessoas da nossa cidade são conscientes e disciplinadas o suficiente para fazerem a diferença diante das necessidades do nosso planeta.
Estou percebendo como mínimas atitudes podem trazer benefícios para o futuro. Mas falar sobre futuro com jovens que tatuam “Carpe Diem” em seus corpos pode ser um desafio. A verdade é que nós nos importamos o mínimo com tudo isso. A campanha que fizeram a pouco tempo chamada “A hora do planeta”, foi uma iniciativa muito nobre. Imagino que ações como essa, poderiam fazer parte da nossa rotina. Como disse uma dia Mahatma Gandhi, precisamos ser a mudança que queremos ver no mundo. Todos os desastres naturais que temos visto acontecer tão de perto, são resultados da nossa ignorância e negligência com algo que, por incrível que pareça, precisamos para nossa sobrevivência. Por essa e outras, vale a pena investir nosso tempo em boas ações na luta pela preservação dos patrimônios naturais que a vida dá para a gente. Daí você pergunta: E o que eu tenho a ver com isso? Tudo! A terra é quem te sustenta. Numa de suas campanhas publicitárias, a Ong Greenpeace nos trouxe a seguinte reflexão: “Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado e quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que dinheiro não se come...”
Boas idéias movem o mundo. Faça o seu movimento. Pense nisso!
Paz e Bem...
Aline Moreira.
*Sustentabilidade é um conceito sistêmico relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana. Propõe-se a ser um meio de configurar a civilização e atividade humanas, de tal forma que a sociedade, seus membros e suas economias possam preencher as suas necessidades e expressar o seu maior potencial no presente, e ao mesmo tempo preservar a biodiversidade e os ecossistemas naturais, planejando e agindo de forma a atingir pró-eficiência na manutenção indefinida desses ideias.
Converse com Aline: aline.rodriguez@hotmail.com
- Assim que Barack Obama tomou posse da presidência dos Estados Unidos, saiu uma reportagem num jornal apresentando o homem que estava por trás do seu discurso. O rapaz tem 27 anos e fez com que cada palavra dita pelo presidente ecoasse pelos continentes cheias de esperança. Naquele dia esse sentimento foi contagiante. Quando li sobre aquele jovem me senti motivada, afinal pensar em escrever o discurso do meu presidente é algo inspirador. Como se fosse um pôster, colei a reportagem na porta do meu guarda-roupa.
É a primeira vez que escrevo para um jornal. Escrever para mim é uma questão de expressão, sina e necessidade. Gosto do que faço e faço porque amo. Quando surgiu essa oportunidade, ela veio acompanhada da liberdade de expressão. Todo comunicador que se preze, tem isso como um grande alvo em sua carreira. Geralmente é determinado um assunto para o escritor e na maioria das vezes está relacionado a algum acontecimento de ordem nacional ou que esteja fluindo pelo mundo afora. Escrevemos para um perfil que gosta do que é notícia, do que movimenta a sociedade e gera curiosidade. Assuntos que atraem a multidão. Por isso, acredito que hoje o comunicador está um pouco adestrado por esse sistema e quando ele ganha liberdade para escrever para esse público, surge uma interrogação. Não é coisa que acontece com todos, mas estou falando de algo que faz a humanidade caminhar. Enfim, eu ganhei essa liberdade e isso é muito bom. Diante disso comecei a pensar no contexto social em que vivo. No estilo de vida que os jovens da minha região levam, das coisas que eles gostam, da realidade que enfrentam nos seus dias de sol e chuva com ônibus cheios e um “pancadão” domingo à noite numa casa de festas. No nível de vaidade que consome suas vidas, suas expecativas e perspectivas. Se elas existem ou não. Na desigualdade, na maneira como eles tem buscado se inserir num mundo pós-moderno, onde a tecnologia moderna já não é mais novidade. Pensei nas mentes cheias e nas mentes vazias, onde ser “orkuteiro” de plantão é moda. Porém, não! Eu não tenho orkut. Por decisão, antes que se tornasse uma necessidade como já é para a maioria.
Uma diversidade de possibilidades. Poderia escrever sobre todas essas coisas aqui e mesmo assim talvez não fosse o ideal. Afinal, o que é ideal para os jovens de hoje?
Tenho buscado ler um pouco sobre *Sustentabilidade. É um assunto de extrema importância e muito interessante, mas que infelizmente não interessa o bastante a ponto de influenciar no comportamento das pessoas e na mudança de mentalidade. Somente os seres elevados conscientemente são capazes de compreender a necessidade de ser sustentável. Isso me fez refletir em até que ponto as pessoas da nossa cidade são conscientes e disciplinadas o suficiente para fazerem a diferença diante das necessidades do nosso planeta.
Estou percebendo como mínimas atitudes podem trazer benefícios para o futuro. Mas falar sobre futuro com jovens que tatuam “Carpe Diem” em seus corpos pode ser um desafio. A verdade é que nós nos importamos o mínimo com tudo isso. A campanha que fizeram a pouco tempo chamada “A hora do planeta”, foi uma iniciativa muito nobre. Imagino que ações como essa, poderiam fazer parte da nossa rotina. Como disse uma dia Mahatma Gandhi, precisamos ser a mudança que queremos ver no mundo. Todos os desastres naturais que temos visto acontecer tão de perto, são resultados da nossa ignorância e negligência com algo que, por incrível que pareça, precisamos para nossa sobrevivência. Por essa e outras, vale a pena investir nosso tempo em boas ações na luta pela preservação dos patrimônios naturais que a vida dá para a gente. Daí você pergunta: E o que eu tenho a ver com isso? Tudo! A terra é quem te sustenta. Numa de suas campanhas publicitárias, a Ong Greenpeace nos trouxe a seguinte reflexão: “Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado e quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que dinheiro não se come...”
Boas idéias movem o mundo. Faça o seu movimento. Pense nisso!
Paz e Bem...
Aline Moreira.
*Sustentabilidade é um conceito sistêmico relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana. Propõe-se a ser um meio de configurar a civilização e atividade humanas, de tal forma que a sociedade, seus membros e suas economias possam preencher as suas necessidades e expressar o seu maior potencial no presente, e ao mesmo tempo preservar a biodiversidade e os ecossistemas naturais, planejando e agindo de forma a atingir pró-eficiência na manutenção indefinida desses ideias.
Converse com Aline: aline.rodriguez@hotmail.com
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Amigos leitores
Tô em falta! Eu sei! Não tenho escrito nada por aqui porque estou sem computador e internet. É muito difícil manter o blog atualizado sem essas ferramentas. Nem imagina como eu queria poder estar dando meu máximo, mas...
Enfim... assim que der vou colocar coisas novas aqui. Obrigada pelas suas visitas!! Tudo de bom...
Paz e bem!
Aline.
Enfim... assim que der vou colocar coisas novas aqui. Obrigada pelas suas visitas!! Tudo de bom...
Paz e bem!
Aline.
domingo, 26 de julho de 2009
Tempo, tempo, tempo... Faz, falta, corre, se perde! Minha nossa! Mas estou aqui. Já faz quase dois meses que estou aqui em Vitória e muitas coisas tem acontecido, principalmente na minha cabeça. Confesso que a idéia de começar a levar uma vida independente, dá o maior frio na barriga. As experiências são boas e sei que só tenho a aprender com tudo. Algumas mudanças. Cortei mais meu cabelo. É um vício muito bom essa coisa de tesoura. Tenho trabalhado bastante e não vejo a hora de começar minha faculdade. Estou preparando uns textos bons para postar aqui. Estava meio ocupada nos últimos dias ajeitando minha quitinete e falando dela, já estou nela. Nesse último sábado já dormi lá. Tudo é muito simples, mas aos poucos vou deixando com a minha cara. É difícil montar uma casinha, por mais simples que seja. Gasta-se dinheiro e você nem vê ele indo embora. A responsabilidade agora é dobrada, afinal sou eu e eu nessa nova jornada. Já tenho uma cama de casal... sonho de todo solteiro, mas é só minha. Gosto de coisas simples. Estou amando tudo, apesar de tudo.
Viver aqui está sendo muito bom, apesar da distância da minha família. O resto a gente dá um jeito. As pessoas aqui são meio fechadas. Quando atendo uma carioca no meu trabalho, parece um alívio para ambas. Conversamos pelos cotovelos! E falando nisso, tenho encontrado bastante gente da minha cidade por aqui. Esses dias estive com uma que tinha o Corcovado tatuado na nuca. Não cheguei nesse ponto ainda, apesar de ter vontade de ter uma um dia. Mas como pra mim tudo tem que ter um significado... que esse seja especial e na hora certa. O inverno aqui tem me maltratado. Muita alergia todo dia. Incontáveis espirros. Que dó de mim! Risos... Já tenho andado sozinha por alguns lugares. Não posso ficar dependendo dos outros pra conhecer as coisas. Esses dias fui ao shopping sem companhia e o pior... sem grana pra gastar. Risos. Se pensarmos bem, a melhor coisa é ir a esses lugares sem dinheiro. É uma perdição! É isso por enquanto. Sem muitas novidades. Em breve textos novos. Vou postar os dos jornal aqui, para quem não tem acesso à ele. Abraço à todos!
Ps.: Pai, mãe e Drigo... amo vocês!! Sempre! Line.
Paz e bem!
Aline:)
Viver aqui está sendo muito bom, apesar da distância da minha família. O resto a gente dá um jeito. As pessoas aqui são meio fechadas. Quando atendo uma carioca no meu trabalho, parece um alívio para ambas. Conversamos pelos cotovelos! E falando nisso, tenho encontrado bastante gente da minha cidade por aqui. Esses dias estive com uma que tinha o Corcovado tatuado na nuca. Não cheguei nesse ponto ainda, apesar de ter vontade de ter uma um dia. Mas como pra mim tudo tem que ter um significado... que esse seja especial e na hora certa. O inverno aqui tem me maltratado. Muita alergia todo dia. Incontáveis espirros. Que dó de mim! Risos... Já tenho andado sozinha por alguns lugares. Não posso ficar dependendo dos outros pra conhecer as coisas. Esses dias fui ao shopping sem companhia e o pior... sem grana pra gastar. Risos. Se pensarmos bem, a melhor coisa é ir a esses lugares sem dinheiro. É uma perdição! É isso por enquanto. Sem muitas novidades. Em breve textos novos. Vou postar os dos jornal aqui, para quem não tem acesso à ele. Abraço à todos!
Ps.: Pai, mãe e Drigo... amo vocês!! Sempre! Line.
Paz e bem!
Aline:)
terça-feira, 30 de junho de 2009
Diária
Muito bom. A internet voltou aqui, porém muito lenta. Risos... Alessandra acorda às 6h da manhã pra conseguir entrar. Agora vou conseguir está mais atualizada no blog. Então, tivemos uma semana intensa. A morte do rei do Pop parou o mundo. Vai deixar saudades. Aqui tem feito dias lindos. Muito sol e aquele frio no fim do dia. O céu azul demais. A chuva vem (in) justamente no fim de semana. Estou muito feliz com algumas coisas que tem acontecido, mas não vou compartilhar aqui. Só tô feliz e isso é bom! É legal demais você construir sua vida do seu jeito e ver tudo dando tão certo. Deus... obrigada! Minha oração é para que você seja o centro de tudo isso. À Ele a graça por todas as coisas!
Por enquanto é só. Em breve sairá mais uma edição do jornal com minha segunda publicação, aí no Rio. Acho que deixei aí uma parte muito boa de mim! Desfrutem...
Lembranças à todos... do jeito que deve ser! Saudades mãe, pai e Rodrigo!!! Beijo e me liga!
Por enquanto é só. Em breve sairá mais uma edição do jornal com minha segunda publicação, aí no Rio. Acho que deixei aí uma parte muito boa de mim! Desfrutem...
Lembranças à todos... do jeito que deve ser! Saudades mãe, pai e Rodrigo!!! Beijo e me liga!
Paz e Bem.
Aline:)
Notícias vitoriosas
Três semanas. É esse o tempo que estou aqui em Vitória. E algumas coisas aconteceram mais rápido do que esperava. É ruim está longe de casa, da minha família... Mas é muito bom está também vivendo coisas novas. Acho que supro muitos defeitos com a coragem que tenho de mudar. Até demais... Isso realmente não me intimida. Lembro do meu doce vagabundo aí ao lado que o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito para ser insignificante. Então, vamos que a fila anda, né?
Como tudo na vida, viver aqui tem o lado bom e o lado ruim. Às vezes me sinto um bichinho fora da sua habitação. Uma nova geografia me desafia todos os dias. Um novo sotaque ecoa na minha rotina. Construir tudo de novo... eis a questão. Falei com minha mãe no Rio esses dias e disse que era chato não ter “amigos”. Sinceramente, sabe-se lá se isso é até bom!? Meus sábados à noite foram em casa ou em casa. Sinto falta de sair pra rir como fazia aí, mas nada que o tempo não me traga. É que tem momentos que pareço morar aqui uma eternidade. Toda vida... quem me dera. Se fosse assim não carregaria alguns fardos em minhas costas. Apesar de me sentir leve... Algumas decisões servem mesmo para nos aliviar. Alessandra, minha prima, tem sido fundamental. Ela e minha mãe se parecem muito, logo, é muito confortável. Ale se preocupa e tem me ajudado bastante. É divertida e de uma humildade sem tamanho. A simplicidade dela contagia a gente e a mania de economia vai me ajudar bastante nesse tempo de recomeço. Guilherme, meu primo de 10 anos, é super carinhoso, mas quando está em casa pela manhã não sossega enquanto não me acorda. Faz questão de implicar comigo às vezes. Tem um gênio forte. É do tipo “do contra”, mas é muito engraçado. Quer ver eu tirar ele do sério é dar uma lambida na bochecha dele. Se ele pudesse, a rançaria fora. Esses dias o fiz e ele passou detergente. Walas, o homem da casa, vive três dias em um. Tudo pra ele é muito rápido. Vê 1.897 filmes num fim de semana e tem uma vida saudável, sabem? Um domingo desses, ele acordou às 6:00h e almoçou 10:30h da manhã. O que ele comeu? Galinha ensopada. Isso que é sustância! Era ele de um lado com aquele “pratão” e eu tomando meu café. Rotina é igual religião: Não se discute! O mais difícil de tudo até agora está sendo tomar banhos frios. Aqui é na chuveirada! Minha nossa! A primeira semana foi deprimente. Eu já dormia pensando no de amanhã. Mas já estou acostumando. Depois de ficar uns cinco minutos olhando a água caindo, eu entro pulando e me contorcendo toda. Claro que o lado positivo é que minha rinite deu uma boa melhorada... Mas nada como um banho quente. Que saudades...
A notícia mais legal é que já estou trabalhando. Comecei terça feira passada, minha segunda semana aqui. Aconteceu rápido demais, mas foi um presente de Deus. É um trabalho bastante novo, mas estou gostando. Numa clínica de estética, na praia do canto, área nobre de Vitória. Tudo muito fino e elegante. Bem diferente do meu perfil em diversos fatores. Estou sendo treinada e estudando para atuar como esteticista corporal. Faço Indermoterapia. Mulheres? Eis aqui o fim das celulites! Alguém já imaginou Aline numa coisa dessas? Não? Nem eu! Mas decidi abraçar e investir com excelência. Estou me dedicando o máximo. O ambiente é clean e estimula a nossa capacidade vencer alguns preconceitos. Lá, vaidade é uma regra, mas não chega à tirania. Buscar a beleza faz parte da rotina. Vixe, eu usando terninho, toda social, de escarpam e maquiada até às unhas? Esse é meu novo eu.
Não conheço a cidade. Mas vou dando meu jeito. Pego duas conduções por dia. Olha que cansa, hein?! Aos poucos vou me adaptando. Tem desafios que dá gosto... Risos. Todavia, estou bem mesmo. Tirando a falta dos meus pais e do meu irmão. Não sei quando volto ao Rio... Um dia eu vou. A verdade é que não vejo a hora do verão chegar. Verão aqui é tudo de bom. Trabalho colada na praia... ô vida difícil meu Deus! É isso, aqui é Aline direto da cidade da vitória, para todos que tiverem disposição em passar por aqui. Obrigada pela visita. Abraços à todos e aproveitem a vida...
Como tudo na vida, viver aqui tem o lado bom e o lado ruim. Às vezes me sinto um bichinho fora da sua habitação. Uma nova geografia me desafia todos os dias. Um novo sotaque ecoa na minha rotina. Construir tudo de novo... eis a questão. Falei com minha mãe no Rio esses dias e disse que era chato não ter “amigos”. Sinceramente, sabe-se lá se isso é até bom!? Meus sábados à noite foram em casa ou em casa. Sinto falta de sair pra rir como fazia aí, mas nada que o tempo não me traga. É que tem momentos que pareço morar aqui uma eternidade. Toda vida... quem me dera. Se fosse assim não carregaria alguns fardos em minhas costas. Apesar de me sentir leve... Algumas decisões servem mesmo para nos aliviar. Alessandra, minha prima, tem sido fundamental. Ela e minha mãe se parecem muito, logo, é muito confortável. Ale se preocupa e tem me ajudado bastante. É divertida e de uma humildade sem tamanho. A simplicidade dela contagia a gente e a mania de economia vai me ajudar bastante nesse tempo de recomeço. Guilherme, meu primo de 10 anos, é super carinhoso, mas quando está em casa pela manhã não sossega enquanto não me acorda. Faz questão de implicar comigo às vezes. Tem um gênio forte. É do tipo “do contra”, mas é muito engraçado. Quer ver eu tirar ele do sério é dar uma lambida na bochecha dele. Se ele pudesse, a rançaria fora. Esses dias o fiz e ele passou detergente. Walas, o homem da casa, vive três dias em um. Tudo pra ele é muito rápido. Vê 1.897 filmes num fim de semana e tem uma vida saudável, sabem? Um domingo desses, ele acordou às 6:00h e almoçou 10:30h da manhã. O que ele comeu? Galinha ensopada. Isso que é sustância! Era ele de um lado com aquele “pratão” e eu tomando meu café. Rotina é igual religião: Não se discute! O mais difícil de tudo até agora está sendo tomar banhos frios. Aqui é na chuveirada! Minha nossa! A primeira semana foi deprimente. Eu já dormia pensando no de amanhã. Mas já estou acostumando. Depois de ficar uns cinco minutos olhando a água caindo, eu entro pulando e me contorcendo toda. Claro que o lado positivo é que minha rinite deu uma boa melhorada... Mas nada como um banho quente. Que saudades...
A notícia mais legal é que já estou trabalhando. Comecei terça feira passada, minha segunda semana aqui. Aconteceu rápido demais, mas foi um presente de Deus. É um trabalho bastante novo, mas estou gostando. Numa clínica de estética, na praia do canto, área nobre de Vitória. Tudo muito fino e elegante. Bem diferente do meu perfil em diversos fatores. Estou sendo treinada e estudando para atuar como esteticista corporal. Faço Indermoterapia. Mulheres? Eis aqui o fim das celulites! Alguém já imaginou Aline numa coisa dessas? Não? Nem eu! Mas decidi abraçar e investir com excelência. Estou me dedicando o máximo. O ambiente é clean e estimula a nossa capacidade vencer alguns preconceitos. Lá, vaidade é uma regra, mas não chega à tirania. Buscar a beleza faz parte da rotina. Vixe, eu usando terninho, toda social, de escarpam e maquiada até às unhas? Esse é meu novo eu.
Não conheço a cidade. Mas vou dando meu jeito. Pego duas conduções por dia. Olha que cansa, hein?! Aos poucos vou me adaptando. Tem desafios que dá gosto... Risos. Todavia, estou bem mesmo. Tirando a falta dos meus pais e do meu irmão. Não sei quando volto ao Rio... Um dia eu vou. A verdade é que não vejo a hora do verão chegar. Verão aqui é tudo de bom. Trabalho colada na praia... ô vida difícil meu Deus! É isso, aqui é Aline direto da cidade da vitória, para todos que tiverem disposição em passar por aqui. Obrigada pela visita. Abraços à todos e aproveitem a vida...
Paz e Bem.
Aline:)
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Só vitória!
Amigos... estou em Vitória-ES e bem. Fiz uma boa viagem e tive as duas cadeiras só pra mim. Dormi meio torta, com pés pelas mãos, mas foi tudo muito tranquilo! Graças à Deus. Foi maravilhoso chegar aqui. É uma parte da família que temos muito doce, simples e feliz! A casa que estou é dos meus primos: Alê, Wallas e Gui. Como tudo tem um porém... Poréeeemmmm, foi tão ruim ao mesmo tempo partir. Dentro do ônibus, ver meus pais... Nossa! E eu tentando me fazer de forte. Difícil ter que ficar tão longe das pessoas que mais amo... Mas é um tempo que preciso e eles mais que ninguém sabem disso e me apóiam! Família é tudo, viu?
Enfim, vim pra cá sem me despedir de ninguém. Conto no dedo pra quem dei um "tchau". Algumas pessoas por opção, outras porque não tive como, mesmo querendo falar com elas. Mas para todos... fica um sorriso e a alegria nossa de cada dia. Queria que soubessem que estou bem. Estou na verdade buscando a vontade de estar sempre assim, procurando fazer coisas que gosto, construindo uma nova fase... Recomeçando outra vez!! Não tenho medo de tentar, e tentar, e tentar... Uma hora eu acerto! Sei que vou acertar! Nasci pra dá certo, poxa!! Péra... eu dei certo! Risos...
Vou continuar a escrever para o jornal. Fiquem ligados aí e torçam por mim aqui... aqueles que gostam de verdade, acreditam de verdade e nunca vão me dar motivos pra pra partir sem querer me despedir!! O mundo dá voltas... e eu vou rodar com ele!! Isso aí... Estarei sempre aqui, compartilhando as boas novas da minha vida capixaba!! Um bom lugar pra se viver... Vâmo que vâmo!! Saudades do Rio...
Enfim, vim pra cá sem me despedir de ninguém. Conto no dedo pra quem dei um "tchau". Algumas pessoas por opção, outras porque não tive como, mesmo querendo falar com elas. Mas para todos... fica um sorriso e a alegria nossa de cada dia. Queria que soubessem que estou bem. Estou na verdade buscando a vontade de estar sempre assim, procurando fazer coisas que gosto, construindo uma nova fase... Recomeçando outra vez!! Não tenho medo de tentar, e tentar, e tentar... Uma hora eu acerto! Sei que vou acertar! Nasci pra dá certo, poxa!! Péra... eu dei certo! Risos...
Vou continuar a escrever para o jornal. Fiquem ligados aí e torçam por mim aqui... aqueles que gostam de verdade, acreditam de verdade e nunca vão me dar motivos pra pra partir sem querer me despedir!! O mundo dá voltas... e eu vou rodar com ele!! Isso aí... Estarei sempre aqui, compartilhando as boas novas da minha vida capixaba!! Um bom lugar pra se viver... Vâmo que vâmo!! Saudades do Rio...
Paz e bem.
Aline:)
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Twitterada
Hoje fui conhecer o Twitter. Parece que é legal, mas requer mais de você do que o orkut. O Twitter é um blog em miniatura, onde você pode fazer suas atualizações em textos de no máximo 140 caracteres. Nunca! Isso pra mim não dá. Sou exagerada no que escrevo, por isso que a idéia principal dessa rede são as atualizações em tempo real. Para quem tem uma vida muito agitada e passa o dia conectado de alguma forma e souber usar... Pode ser o máximo! A frase de chamada é: What are you doing? - O que você está fazendo? Sinceramente, não se encaixa muito com o meu perfil ficar na internet relatando cada passo que dou na minha rotina, até porque, quem vai querer saber o que Aline anda fazendo? É interessante demais para pessoas públicas, que o mundo inteiro acompanha, tipo o presidente dos Estados Unidos que já tem o seu com milhares de seguidores. Estou procurando ele por lá. Quero muito saber como relatam o dia-a-dia dele. Imagino coisas do tipo: O presidente acordou... Acho que marcações assim são o que o público quer saber. A história chata da rotina daqueles que a gente acha que não é gente. Isso é tão esquisito! Quando era criança ficava pensando: Nossa.. será que a Xuxa come bananas ou a Sandy faz cocô? Quem nunca pensou uma coisa do tipo?
O site é simples e está em inglês e não há ainda versão em português, nem mesmo previsão. Li que o criador - Jack Dorsey - não está interessado nessa possibilidade. Mas para os que estiverem interessados e dispostos a fazer parte disso que é uma febre mundial, acesse o site twitter.com e entre nessa. Para os que gostam da idéia de ficar o tempo todo dizendo o que está fazendo, mas não estão afim de encarar o inglês, o Yahoo criou um clone do Twitter em português. Chama-se Yahoo Meme. Engraçado, né? E para completar, no lugar do passarinho eles usam cachorros. O site ainda não está ativo, mas se quiser saber quando isso vai acontecer, acesse o site meme.yahoo.com e inclua seu e-mail lá. Você será avisado. Já o fiz, pelo menos se tiver que contar o que ando fazendo da vida, que seja para os brasileiros.
O site é simples e está em inglês e não há ainda versão em português, nem mesmo previsão. Li que o criador - Jack Dorsey - não está interessado nessa possibilidade. Mas para os que estiverem interessados e dispostos a fazer parte disso que é uma febre mundial, acesse o site twitter.com e entre nessa. Para os que gostam da idéia de ficar o tempo todo dizendo o que está fazendo, mas não estão afim de encarar o inglês, o Yahoo criou um clone do Twitter em português. Chama-se Yahoo Meme. Engraçado, né? E para completar, no lugar do passarinho eles usam cachorros. O site ainda não está ativo, mas se quiser saber quando isso vai acontecer, acesse o site meme.yahoo.com e inclua seu e-mail lá. Você será avisado. Já o fiz, pelo menos se tiver que contar o que ando fazendo da vida, que seja para os brasileiros.
Paz e Bem.
Aline:)
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Rapidinha do mestre Caíque
- Line, você vai me dar um presente?
- Caíque, não pode pedir presente. Não é assim que se faz...!
- Ah, tá!
Uns segundos pensando:
- Line, você vai me dar um presente por favor?
Agora vocês entendem a diferença, a sutil diferença, entre pedir um presente e saber pedir um presente. Aprenda com o Caíque! Educação é fundamental...
Paz e Bem!
Aline:)
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Vai entender?

Queridos leitores e simpatizantes, voltei novamente. E agora preciso me fixar. Me amarrar a este blog. Alguém precisa me descobrir também (risos). Já escrevi o texto para o jornal. Ficou bem legal e acho que comecei com o pé direito. É uma pena ser somente uma vez ao mês, mas não importa. Sei que não posso fechar portas, por menores que pareçam.
Sempre deparo com alguma situação ou história de alguém que me serve de motivação. Falar de motivação me lembra essa coisa de auto-ajuda e assumo destestar isso. Mas motivação vem de motivo e sempre busco motivos para o que quer que seja. Tudo que faço ou pretendo precisa ter um significado. Isso importa! Estava lendo um blog chamado Jesus, me chicoteia! Fiquei um tanto pasma quando lia sobre o autor. Ele contava que cresceu numa determinada igreja (Não vou dizer o nome por uma questão de ética... Batista.), onde tocava baixo e sonhava em fazer parte de uma banda, mas o tempo passou e ele se tornou um agnóstico fiel. É estranho porque minha mente não processa essa idéia de deixar de acreditar em algo que um dia pra você era a razão de todas as coisas existirem e de repente: Plim... você simplesmente não acredita mais. Enfim, cada um com seu qual. Porém a questão não é essa. Há pouco tempo ele foi convidado para se tornar roteirista do CQC e disse que está se cagando de medo. Ótimo isso! Ao mesmo tempo numa empolgação única por fazer algo tão legal e que tanto gosta. Disse que estava abandonando o blog. Bem que as pessoas falam que quando alguém sobe na vida perde a humildade. Nasceu virado pra lua, né? Afinal, descobriram ele através de seu blog. Tudo que o CQC precisava: Um paulista herege, sarcástico e com um humor refinado-debochado.
É bom compartilhar o que se escreve. Com todos os tipos de todos. Em pensar que o que escrevo pode influenciar de alguma forma e não importa como. O importante é que gere algo. Qualquer sentimento vale, mas que não passe em vão. Isso prova que todos estão ativando sua capacidade crítica de raciocínio. Meu senso crítico nunca foi muito aguçado. Acho! Porém com o tempo venho percebendo que na verdade ele pode ser imperceptível para mim e que eu talvez confuda o meu -tô de bem com a vida- em decidir pelo sim ou não. Por exemplo: Não daria para eu atuar como júri do Idols. É a péssima mania de coração de poeta. Vê beleza em tudo. Isso atrapalha muito na hora de construir uma crítica, mas tenho trabalhado nisso.
Semana passada vivi uma experiência interessante. Quando estive na Jocum, trabalhamos muito assuntos como responsabilidade e iniciativa. Tratamos questões ambientais, focando no sistema de limpeza e reciclagem. Foi interessante. A partir daí me senti responsável por isso em parte, já que passei a cobrar essa consciência do próximo. Quando voltava de um determinado lugar, vinha saboreando dentro da condução um delicioso bolo de aimpim que faz um sucesso em Piabetá. Nossa! É muito bom mesmo. Daí, uma mulher muito bonita e loira tomava um sorvete que nem parecia ser tão bom assim. Ao terminar, ela se vira para trás e pede com muita educação:
-Por favor?! - ela educada.
-Pois não senhora? - eu triste porque o bolo havia acabado.
-Pode jogar esse copinho pela janela pra mim? - ela porca.
Naquela hora passaram-se dois meses em minha mente onde eu investi parte desse tempo tratando da questão de limpeza numa determinada cidade.
-Hum, senhora... Desculpa, mas eu não jogo lixo na rua. - eu com medo de apanhar.
- (Silêncio) - ela.
Então ela se virou daquele jeito, ou melhor, totalmente sem jeito. Me senti naquela hora uma ativista do Greenpeace. A super-gari. Todos ficaram me olhando com caras tipo bobas. Mas a loira? Não! A loira não ia ficar por baixo. Passado uns cinco minutos, ela se empina toda em seu banco, estufa o peito, sacode os ombros e diz num bom tom:
-Trocadooooooorrr?? - ela tipo mastigando chicle.
-Oi? - ele tipo assustado (porque hoje trocador sempre anda assustado. Porque será?).
-Pode jogar isso pela janela por favor? - dessa vez ela foi mais educada.
-Tá! - ele...
-Brigaaada! - ela por cima.
Gentileza gera Gentileza. Adoro essa frase. Vai que um dia ele pede o mesmo pra ela. Quem acha que ele ia dizer não pra loira levanta a mãaao? Poxa, ninguém? Eu achava, até a hora que ele jogou sem pestanejar. Alguns olharam para mim e pareciam esperar alguma manifestação. Mas o transporte era pequeno, estava cheio e eu não queria machucar ninguém. Sabe como é, né? Agora malhando estou ficando forte. A loira parecia fraca de corpo... e mente, claro! Ia ser uma confusão porque eu ia fazer o carro parar pra ela catar o lixo, mas sou pacifista... Acreditem! (Risos). Já dizia Mário Covas: Quem tem ética no Brasil, parece um anormal. Me senti uma anormal. O homem se assusta quando você toma uma atitude para o que é certo. Isso mostra o quanto o povo está acostumado com o que é errado.
Ser subdesenvolvido não é "não ter futuro"; é nunca estar no presente. - A. Jabor.
É por causa dessa normalidade besta e estéril que o Brasil está como está! Juro que até a hora que desci esperava que a loira se virasse novamente e me dissesse:
- Hum, sua sem educação!
Paz e bem!
Aline:)
terça-feira, 21 de abril de 2009
Glubglub

Tem horas que eu me canso do nada...
O nada enche, sufoca, atrai tédio!
E às vezes dá uma vontade enorme de mergulhar num mar e pedir à Deus pra conseguir respirar lá dentro... Pra não sair mais. Eu viveria bem por lá sabendo apenas que as pessoas que eu amo mais que qualquer coisa nesse mundo estão em paz. Tem horas que tudo é tão surdo, cego e mudo. E o mundo é todo tão acomodado com tudo. As pessoas estão acostumadas com a dor, apesar dela ser inevitável. Mas pior do que isso, elas se acostumaram a sofrer. E sofrem sem respostas e também por não ter pelo que esperar. Hoje eu acordei assim. Pode ser porque está chovendo. Não gosto desses dias... Escuros, céu apagado e frio. Não consigo pensar em coisas bonitas. Não consigo imaginar um mundo colorido como vivo todos os dias e riso menos ainda. Acho que faz parte...
Mas sinceramente... prefiro quando o sol sai.
Será que tem alguém pensando em Tiradentes hoje?
Paz e bem.
Aline:(
Aline:(
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