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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Ihhhhhhh...



Ontem eu fui dormir e liguei meu ventilador. Ele está fazendo um barulho muito chatinho. Tipo assim, afine a voz e faz: ihhhhhhh...! Entende? Igual a um mosquitinho zunindo durante à noite perto da sua orelha! Mais ou menos isso. Mas eu achei que em algum momento ele fosse parar. Não parou. Rolou a noite toda assim. De manhã cedo, quando meu pai e irmão saíam para trabalhar, levantei e dei um tapão nele. Perambulando, quase que errei. Não é que a peça parou com o barulhinho irritante? Funcionou normalmente. Vai ter que ser assim todos os dias, eu acho. Tapa no mosquito ou igual mulher de malandro, como dizem por aí: Só "funciona" à base de pancada! Risos... Tô brincaaaando! Sou contra a violência e o silêncio das mulheres!

Sou da Paz e do bem.

Aline.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009



Uma de nossas belas meninas perdidas em adoração ao nosso Centro de Machava, na África, pelo ministério Iris. A sinceridade do muito amor em Cristo...

Conheça o ministério: http://www.irismin.com/

Aline.

Minha confissão

Nos últimos tempos eu passei por momentos muito difíceis com Deus. Isso em particular, é claro. Eu sempre me privei bastante de certas coisas por achar que de alguma forma, eu estaria assim, criando uma barreira de defesa para que eu não me machucasse outra vez, não sofresse mais e pudesse encontrar nas minhas próprias forças, o bastante para superar o que passou e o que viria. E sim, tentei mesmo ser forte o bastante. Com o tempo, eu percebi que essa "barreira" não me privava apenas de possíveis "acidentes", mas principalmente do relacionamento com Deus, já que no meu inconsciente, eu destinava a Ele a culpa de tudo que havia me acontecido e que de alguma forma me fazia sentir muito mal. Pensar em declarar isso aqui em meu blog não é algo animador, pois a idéia de se ter, em alguns momentos da nossa vida, uma relação artificial com Deus, quando todos pensam o contrário, é verdadeiramente uma realidade muito triste.

Durante alguns poucos anos, porque eu só tenho 22, eu construí coisas fantásticas ao lado de Deus e vivenciei instantes em que Ele realmente se manifestava através da minha vida. Eu podia sentí-Lo e podia fazer isso com as pessoas também. Tenho convicção disso. Por escolhas e destino, se é que posso dizer assim, tive a oportunidade de conhecer e viver o evangelho numa profundidade a qual nunca antes havia mergulhado. Às vezes viver na superfície é muito mais conveniente do que o risco de perdas e renúncias. Essa oportunidade fez de mim um ser fascinado pela Verdade, independente de vivê-la ou não. A minha paixão por descobrir o que existe além de "quatro paredes" se tornou contagiante e a partir disso eu comecei a criar uma enorme expectativa nas pessoas. De uma forma ou de outra, haviam os que acreditavam em mim.

Houveram momentos, acreditem, que Deus era tão suficiente pra mim que nada mais importava a ponto de ser mais do que confiar Nele. Eu comecei num longo processo de compreender a Graça e de vivê-la absolutamente. Era um objetivo. Era um caso de amor. E eu busquei isso me doando da maneira que eu acreditava poder chegar onde queria. Eu confessava Jesus Cristo através da minha vida. Através das minhas palavras, minha música, meu comportamento, minhas atitudes, minhas decisões... Eu realmente acreditava nisso. Percebia que todas as vezes em que eu tentava me desviar do foco de tornar Deus e Sua obra meus principais objetivos, a frustração era minha aliada. E eu tentei isso por diversas vezes, afinal algumas escolhas fazem com que nos tornemos incompreendidos e, sinceramente, não é algo muito agradável.

Descobri que a minha necessidade de ser amada por todos, me tornava completamente amável a ponto de ter que sacrificar algumas opiniões para não ser desagradável. O medo de "não ser amada", assim me disse uma amiga certa vez. É verdade que isso me prejudicou algumas vezes, mas aprendi que nem sempre o sim é a melhor resposta. Quando penso no que eu fiz até hoje, eu percebo que eu fiz muito pelos outros. Por alguém, por pessoas, pela família, pela congregação... E então, na minha cabeça, eu estava ficando sempre parta segundo plano. O que eu não conseguia entender era que tudo que eu fazia, refletia em mim e para mim. Tudo que eu fazia me completava. Porque tudo que eu fazia, tinha a mão de Deus e e claro que isso tinha um significado muito especial. Só que diante da minha armadura de gladiadora-super-mulher-maravilha-eu-tenho-a-força, cedi ao medo. Cedi ao medo porque eu confiava demais e não sabia onde isso ia dar. E se não der? E se não acontecer? E se o tempo passar? E se, e se, e se...? Mas eu era tão forte e podia suportar. Não, não podia! Aí o medo instiga a fuga e eu realmente queria que o mundo desaparecesse do mapa. Isso pode? Bem, eu queria e decidi dar adeus à tudo isso. Quer saber...

"Vou-me embora pra Pasárgada, Aqui eu não sou feliz, Lá a existência é uma aventura, De tal modo inconseqüente... E como farei ginástica, Andarei de bicicleta, Montarei em burro brabo, Subirei no pau-de-sebo, Tomarei banhos de mar! E quando estiver cansado, Deito na beira do rio... Em Pasárgada tem tudo, É outra civilização... E quando eu estiver mais triste, Mas triste de não ter jeito, Quando de noite me der, Vontade de me matar, Lá sou amigo do rei..." (Manoel Bandeira)

E fui, com a minha poesia de vida, com a sede de um horizonte novo, com a fé esmorecida, com a tristeza da partida, e esperança de um renovo. Afinal, deixar tudo num mundo e partir pra outro significa a oportunidade de recomeçar. E se Deus estivesse ali, seria bom... Se não, tudo bem, eu sou forte assim! Comecei a vida tentando um incrível processo de esquecimento. Me afoguei num trabalho vazio, mas ganhei dinheiro. Comprei uma geladeira. Minha primeira geladeira. Adorei, até então. Gastei no Mc'Donalds, fui à praia sozinha e nunca frequentei tanto o mercado como o fiz. Era um hobby gostoso de se ter! Conheci pessoas, fiz amigos e desfiz amigos. Aprendi que nada é pra sempre, desde que se faça eterno, mas descobri meus amigos verdadeiros: O moço das lâmpadas, o garoto do banner, a mulher da casa da madame e Papai. Esses, mesmo distantes, sempre estiveram bem perto. Dormia numa cama de casal só pra mim, mas nunca bagunçava os dois lados. Isso chama-se: disciplina por viver a vida inteira num pequeno espaço. Dessa vez eu não me apaixonei por ninguém, menos mal. Comprei livros e devorei alguns num breve espaço de tempo e nesse breve espaço de tempo eu descobri que eu não nasci pra ser sozinha e que mesmo que eu não quisesse, porque estava decidida a não querer mais, eu ainda contagiava as pessoas com algo que havia em mim. Coisa que naturalmente acontecia sem nenhum esforço da minha parte... Foi aí que eu percebi que mais forte que minha força, era a força que habitava na minha vida. Percebi e fiquei na minha, pois eu sabia que a qualquer manisfestação da minha parte em relação à Ela, tudo que eu estava fazendo poderia ir por àgua abaixo e eu não estava nada, nada disposta a ter que renunciar mais uma vez os meus objetivos. Afinal de contas, eu estava mobilizando pessoas, determinando um novo "foco" para minha vida, descobrindo outras alegrias pra se viver... Só que então eu vi que algumas coisas não faziam nenhum sentido. Só que então eu vi que nada estava fazendo sentido. Me peguei dando voltas em um círculo e estacionando sempre no mesmo lugar. Então eu percebi também que nada do que eu continuasse a fazer, teria sentido algum porque o próprio fato de eu estar ali não havia menor sentido. Decidi retornar, já que nesse empreitada a qual chamamos de vida, eu abomino a possibilidade de uma obra mal alicerçada. Amei alguns instante que vivi ali, mas retornar para mim significa estar no centro da vontade de Deus e isso sempre foi um grande um conflito que gerava um imenso confronto entre eu e Deus. O que é o "centro da sua vontade?" O que é a verdade? O que é a graça? Minhas questões em pauta, hoje e sempre!

Eu nunca mais, nunca, nunca, nunca, nunca, nunca fui ( ou serei) a mesma pessoa depois que aceitei e decidi conhecer mais à Deus e fazê-Lo conhecido. Essa aproximação determinou quem eu seria a partir do momento em que tudo isso começou, agrade gregos e troianos ou não, haja espinho na carne ou não, sofra com o passado ou não, definitivamente, A BOA OBRA QUE ELE COMEÇOU, ELE QUER TERMINAR! Aceitar isso em minha vida e assumir a minha necessidade de Deus e de cumprir com o Seu propósito, implica em retornar para o local de onde eu parei e recomeçar a partir do que Ele deseja. Eu carrego minhas dores e sei que o mundo não vai parar por causa delas, mas também sei que Deus não me prometeu um mar de rosas. Eu escolhi por Cristo e tenho que (haja o que houver) estar disposta a pagar um preço por isso. Eu acredito em Deus e sei que Ele, creiam nisso, ainda acredita em mim. O amor que nos une é grande demais para ser guardado só pra nó dois. Ide e multiplicaivos... Por isso que: "...Em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria o meu chamado, e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus".(Atos 20:24)

- Cada vez que você faz uma opção está transformando sua essência em alguma coisa um pouco diferente do que era antes. -C.S.Lewis-

Eu só queria dizer...

Aline.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Robin Williams alfineta



Nesta segunda-feira, durante entrevista a David Letterman, no Late Show, o ator Robin Williams fez uma piada em relação a vitória do Rio para sediar as olimpíadas de 2016. Durante a estrevista, o ator disse que o Brasil mandou à Copenhague, lugar onde ocorreu a eleição das cidades, 50 strippers e meio kilo de pó. Fazendo menção à Chicago, disse que a cidade americana já enviou Oprah Winfrey e Michelle Obama. Completou a piada achando injusto, pois afirmou "desigualdade de condições". O assunto percorreu a internet durante toda semana e mexeu com o ego de milhares de brasileiros e cariocas. Digamos que acharam "ofensiva" a piada e por isso, o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos, estuda processar o ator pelas declarações feitas.

Sinceramente, claro que não é nada bonito para a imagem do Brasil esse tipo de comentário. Que feio Robin! Mas eu também acho meio difamador um helicóptero da polícia cair durante um confronto, os políticos corromperem o governo, alagamentos, apagões, centenas de pessoas vivendo nas ruas, o crack dominando vidas, a prostituição infantil, a relação fofa de polícia e bandido, o descaso com o meio ambiente, a indiferença com a saúde e educação, a violação do artigos dos direitos humanos e tantas outras coisas chatas que acontecem no Brasil. Mas poxa, o que o Robin falou, realmente... 50 strippers e meio kilo de pó. É...

Como disse um repórter, o Brasil se comporta como uma mulher gorda de 300kg que não gosta de ser chamada de gorda! Processar o Robin Williams? Hum? Brasil, eu amo minha nação e tenho esperança que tudo que acontece aqui vire um dia um passado bem enterrado, mas é que existem umas coisas pendentes pra nossa "liderança" se preocupar um pouquinho mais, não acham? Nosso prefeito disse que isso é "uma dor de corno". Oras prefeito, não fala assim! Robin fez um filme do Peter Pan! Mas pensando bem, se a carapuça servir, eu bem sei um país que ele vai querer visitar!!

Ó PÁTRIA AMADA, IDOLATRADA, SALVE, SALVE..

Paz e bem.

Aline.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

I can do it...

Eu não mereço tanto...

Adoro crianças, pois elas tem uma sinceridade muito peculiar. Engraçado como desde pequenas, elas aprendem a "rotular" as pessoas e a criarem um padrão do que é normal ou não para uma pessoa de acordo com a idade dela. Acho que o fato de eu estar solteira, tem incomodado algumas crianças... Reparem no que algumas disseram pra mim este ano.

Caíque - 6 anos:

- Aline, porque você não tem namorado?
- Ah amor, porque a Line não conheceu ninguém legal ainda.
- Você tem que ir lá na minha igreja que tem um monte de menino no ministério de louvor...

*E aí? É só eu escolher?

Maria Clara - 5 anos:

- Você tem namorado?
- Não, ainda não...
- Porque?
- Porque não tenho...
- Hum... Péra aí...
- Pra você colocar na sua casa e arrumar um namorado!

*Me deu um "casalsinho" de porcelana se beijando. E agora? É só acender uma vela? Rs...

Izadora e amiguinha -(10 anos):

- Aline, você tá casada? - amiguinha.
- Não, estou solteiríssima!
- Ih menina! - Izadora - Você não sabe? Aline não gosta de namorar!

*Hum? Como assim?

Paz e bem.
Aline.

Saudade



Se me esqueceres, só uma coisa, esquece-me bem devagarinho...

Já em 2020...

Mais uma muito boa das ONGs ambientalistas. Líderes idosos, pedindo desculpas pela falta de ação. Fonte:http://www.g1.globo.com

"Desculpe, nós poderíamos ter impedido mudanças climáticas catastróficas... mas não impedimos".






Paz e bem...

Pra eles e pro planeta!!

Aline.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Dia mundial contra a AIDS.

Por que eu sei que é amor, que eu não quero nada em troca...



Fé é a cura!
Paz e bem.

Aline.

Twittei de vez

Decidi atualizar meu Twitter. Quando conheci o programa achei meio chato, mas depois que você começa a participar pra valer, não quer mais sair. É uma ferramenta onde você se diverte, se informa, se comunica e mesmo assim nem se compara com o Orkut, onde você praticamente não tem privacidade. No Twitter, por mais que você diga "o que você está fazendo agora", ainda dá pra se manter na discrição. Também é um meio para eu divulgar meu blog... Pra isso preciso mantê-lo sempre atualizado, coisa que nos últimos dias está meio difícil, pois comecei uma semana "pedreira".

Com isso, se alguém lê Aline, poderá me seguir também no Twitter a partir de agora.

Paz e bem.

Aline.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Caixotes de feira.

Meu blog não é pra dar dicas de moda nem de decoração, mas quando estava morando em Vitória, ajeitamos uma quitinete para eu ficar. Fiz mil planos de decoração, mas aí eu ia vendo como as coisas eram meio caras e aos poucos fui me contentando com o que dava pra ter. Mas como sempre gostei de arte costumizada, conheci a idéia de juntar caixotes de feira com cor e criatividade. Encontrei cada um lindo, mas só dei um jeitinho em um para colocar em meu banheiro, bem simples. É uma ótima idéia, de baixo custo e de muito bom gosto. Comprei cada um por sessenta centavos. No meu, eu colocava toalhas de banho enroladas, papel higiênico e outros objetos. Dá pra inventar diversos... Lembrei disso porque estou aqui no quarto onde fica nosso computador e estou tendo umas idéias bem coloridas! Veja como pode ficar super legal.









Cada idéia "massa", viu?! Risos... Onde encontrar? Ah, dá um papo no "moço da feira", no do sacolão perto da sua casa... Vai no Seasa!

Paz e bem

Line:)

Cãos e livros



Acho que encontrei uma boa aparência para meu blog. Até que ficou bem leve e mais parecido comigo. É meu terceiro dia em casa e chove aqui. Marley, nosso cachorro, está a cada dia mais impossível. Ele não respeita ninguém e não leva nada a sério... Acho que só pode ser resultado do nome o qual batizamos ele. Eu disse que era pra colocar outro, mas ninguém me ouviu. No filme Marley e eu, o labrador tem um comportamento assustador. Quem assistiu, sabe. Enfim, nada passa por ele. Já o Kangoo está cada vez mais "burguês". Cachorros...

Mudando de assunto, estou lendo o livro que tanto queria, Ensaio sobre a cegueira, de José Saramago. Comprei quando estive na Bienal em Vitória. Como estava quente aquele dia... Viviane me fez companhia e em plena feira do livro respondeu à um atendente da Saraiva que não gostava de ler. Ela teve que repetir a resposta duas vezes porque ele, meio incrédulo, também repetiu a pergunta. Sinceridade é uma virtude, amiga...
Já estou chegando ao final e confesso que não era o que esperava da leitura. A história é meio deprimente, apesar de apresentar a natureza humana como ela realmente é. Uma literatura confusa e que requer atenção em cada linha. É um livro sujo, chafurda, mas que nos faz temer a humanidade frente à uma situação de caos total. Uma epidemia de cegueira. Cada personagem é desafiado a superar e cultivar os valores básicos de uma sociedade, mesmo sendo levados a agirem como animais egoístas na luta pela sobrevivência. Puro instinto. De qualquer forma, ainda não terminei e por isso pode ser que ao final eu tenha uma outra percepção do que Saramago quis nos transmitir. Até então, de uma coisa eu sei... Eu nunca mais vou ver a cegueira com os mesmos olhos.

Paz e bem.

Aline:)

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Retornando

Meus últimos dias em Vitória foram bem legais. Depois da decisão de voltar para minha cidade e para uma "vida" da qual havia decidido me distanciar um pouco. Acho que o ser humano tem essa necessidade de se isolar um tempo da sua rotina e de tudo que está ao seu redor. Fiz e não me arrependo. Foi ótimo... deu um gás pra continuar! Mas voltando à Vitória, tive uma última semana corrida, ansiosa, triste e muito gratificante. Em cinco meses conheci pessoas divertidas e encantadoras que compartilharam momentos únicos ao meu lado. Estreitei o laço com meus familiares capixabas, tentei ajudar algumas pessoas com o que de bom existe dentro de mim, trabalhei, me sustentei, ri, li, chorei. Aprendi um monte de coisas, amadureci mais, senti falta, me senti sozinha às vezes, fui à praia e coloquei um piercing. Descobri que não sou tão forte quanto pensava ser e foi na minha fraqueza que entendi que poderia ganhar forças, desde que reconhecesse isso.

Conheci algumas pessoas, dentre elas Aretha, Waléria e Viviane. Três mulheres absolutamente diferentes, mas adorei todas, cada uma no seu jeito. Se eu fosse definí-las com músicas, daria "Leilão" pra Arerê xeléu-xeléu, "Canção da América" pra Wal e pra Vivi o último trecho de uma música da Fergie que diz: But I've gotta get a move on with my life... It's time to be a big girl now and big girls don't cry. Meninas que me fizeram tão bem e que nunca vou me esquecer do tempo que passamos juntas. Valeu cada segundo. Vou sentir saudades, viram? Também teve a Alê e a Dora, duas primas tão, tão lindas e especias. Não esquecendo os outros que também fazem parte de toda essa "muvuca" que às vezes é minha vida! Valeu a paciência gente!

Enfim... muitos dias bons e retornei profundamente grata por toda recepção que tive por lá, todo carinho e cuidado que tiveram comigo. Sei que deixei saudades e trouxe um bocado comigo também. Vitória é um ótimo lugar pra se viver. Recomendo! Viveria lá tranquilamente por longos anos... Mas sabe como é né? Vem Deus e muda tudo... e por isso sou mais grata ainda.

Que bom! Estou de volta...

Paz e bem.

Aline.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Missionário: Adote uma igreja.

Por Daniela Xavier.

Jocumeiros ou não. Brasileiros ou não. Meu objetivo não é a de levantar polêmicas. A sedução dos holofotes não me têm atraído, especialmente nesse nosso tempo que considero muito tenso e carente de saúde, em todos os níveis. A reflexão auto-crítica certamente será uma luz de Deus em meio as trevas. Ainda que alguns tentem negá-las, elas estão diante de nós.

Quando pensamos na chamada “Obra Missionária” (afinal, ainda há esperança, alguns pensam nela…), nos remetemos a um universo muito particular. São muitos os meandros, as estruturas, linhas, condutas e estratégias. Quem está diretamente envolvido nela, normalmente se encontram completamente esgotados, cansados, consumidos. São muitos compromissos, responsabilidades e demandas. A seara é grande, mas são poucos os ceifeiros. Nesse “universo” temos dialético, códigos de acesso, práticas comuns, e até regras específicas.

Todo esse processo, contudo, não é de hoje. É histórico. Já existe no Brasil, mesmo com o pouco tempo de “país enviador”que temos, um “conceito”, mesmo que de senso comum, daquilo que se entende como “missionário”. Já temos uma cara. Quer gostemos dela ou não. E quem a fez foi um processo histórico de relacionamentos que nós mesmos construirmos ao longo do tempo. Se ele é bom, glória a Deus. Se ele é mal… precisamos corrigir nosso erro. E sermos humildes o suficiente para isso. Eu considero que, no geral, ainda deixamos muito a desejar.

Os fatores negativos mais comuns e que marcam nossa imagem, no meu ponto de vista, são as seguintes:

-Missionário tem vida boa e ama viajar;
-Missionário vive pedindo dinheiro;
-Missionário não gosta de trabalhar;
-Missionário não tem amor à família.

E ainda tem outros excessos que beiram a ridicularidade: missionário casa? Missionário pode ir à praia?

Fico me perguntando: será que isso é apenas falta de visão e ignorância por parte da Igreja? Será que não temos uma parcela de responsabilidade nisso? Será que temos a capacidade de olhar essa realidade com uma visão mais ampliada que inclua uma reflexão histórica e auto-crítica?

Nosso procedimento é determinante para a perspectiva de “Missionário” que a Igreja terá. E mais, será determinante para a perspectiva de Missões desta igreja.

Penso que nós missionários, a Igreja Externa, a Igreja fora dos portões, precisamos rever nosso ministério não somente do lado de fora do templo, mas também nosso ministério dentro do templo. Ainda temos aquela responsabilidade de sermos padrão dos fiéis, modelos do rebanho.

Nos preocupamos demais com a abrangência do nosso ministério em nossas organizações e bases. Nos preocupamos em discipular nações, nos preocupamos com várias coisas e esquecemos, muitas vezes, que “nosso” ministério está vinculado ao Corpo de Cristo, em todas as suas manifestações.

Eu acredito que precisamos rever nosso modelo de relacionamento com a Igreja, no sentido específico. A Igreja local. A comunidade. Muitos missionários sequer frequentam Igrejas aos domingos. Mesmo diante de muitas dificuldades financeiras, que existem mesmo, não as nego, devemo rever nosso senso de prioridades.

Muitos de nós sofremos injustiças, é verdade. Muitos de nós fizemos o que deveria ser feito e mesmo o que estava além de nossas forças. Tem lideranças que realmente não conseguem enxergar a Grande Comissão. Ainda temos sim muitos de nós que andam a pé horas para chegar em igrejas do sertão. Que economizam para pregar em vilas. Que tem compromisso com igrejas do seu campo missionário. Mas infelizmente muitos de nós também temos negligenciado isso.

Tenho de concordar com amigos de várias organizações que dizem: o maior impecílio para a obra missionária são os pastores! Isso é muito triste. Mas é uma verdade paralela à nossa realidade. São muitas as histórias de missionários e pastores feridos por brigas e desentendimentos.

Mas acho que podemos sim tomar a iniciativa e nos apresentarmos como servos. Servos que se doem para que, por onde passarem, a chama da paixão pela obra se espalhe nos corações.

Pela graça de Deus temos tido muitos privilégios de aprender. Poderíamos somar bastante e termos um papel central no amadurecimento da Igreja na cristologia e na missiologia, para um novo tempo. O campo misisonário é a melhor escola teológica. Temos vivido isso. E estamos deixando de lado uma grande oportunidade de servir e mesmo fazer missões e discipular nações!

Quero te desafiar a algo meio inusitado:

Missionário: adote uma igreja.

Não preciamos nos render ao emaranhado de desculpas que usamos. A Igreja brasileira não é uma igreja missionária ainda. Estamos nos primeiros passos. Ainda seremos muito incompreendidos, mal sustentados, esquecidos, abandonados no campo. Mas precisamos pagar o preço de enfrentar essas mazelas e dar nossa parcela de contribuição para o fortalecimento da Igreja de Jesus. No procedimento, na fé, na pureza, no amor.

Você pode tomar a iniciativa. Adote uma igreja. Sirva nela. Seja o braço direito do pastor que está sozinho lá no interior. Ajude na Escola Bíblica. Dê cursos. Escreva cartas informativas e permita que outros participem de se ministério, orando por você e quem sabe até contribuindo. O Reino de Deus é feito por relacionamentos. Explique a eles o que é missões… Jesus deu tudo de si sem esperar nada em troca. Siga seu exemplo… dê a sua vida pelos irmãos (I Jo 3:16).

Missionário: adote uma igreja!

-Texto de Daniela Xavier, missionária de Jocum em Curitiba. Extraído do site de Jocum Brasil, parte da "Trilogia da Adoção".

Conheça Jocum: www.jocum.org.br

Paz e Bem.

Aline.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Sobre o Tragus

Amigos...

Coloquei um novo piercing na orelha. Do jeito que eu sempre quis... Apesar de ser do tipo que produz uma careta em todos que olham. Tipo: "Nossa, credo... Deve ter doído demais!" E sim... doeeeu! E está doendo mais ainda agora. Mas faz parte do processo de cicatrização. Estou cuidando direitinho e até fazendo uma dieta por causa das retrições com comida, usando os remédios e blábláblá. A cicatrização acontece de dois meses a um ano, isso porque foi na cartilagem e como a cartilagem da minha orelha é bem dura, foi heavy metal, assim diria uma colega.

Eu não tenho preconceitos em relação à piercings, só em lugares bizarros, indiscretos e exagerados. A minha tia disse que era pra eu sossegar com minha dor porque isso não é nada diante da dor do parto. Eu disse à ela que o parto normal, é normal, ou seja... Lá foi feito pra sair algo. Tem toda a natureza humana cosnpirando a favor, oras! Agora... colocar um "Tragus" é mexer onde está quieto, né? Mas eu fiz tudo como se devia fazer. Lugar certo, limpo, etc. e tal. Ah, tomara que fique jóia!Do contrário, vou ter que tirar. Enquanto isso, eu vou aguentando a minha dor... O meu parto! Risos.

Continuação...

Não faz nem um mês ainda que coloquei o Tragus e ele está ótimo. Acho que essa coisa da recuperação é muito relativo. O meu não inflamou e nem sequer saiu nada, mas também fui radical na primeira semana. Passei à pão integral, iogurte, leite, miojo, etc. Não comi nada mesmo que pudesse interferir na cicatrização. Com isso, está super tranquilo! Claro que os primeiros dias foram péssimos. Achei que minha orelha fosse cair em algum momento. Doeu horrores, mas passou! Não me arrependo e estou hiper feliz com o resultado. Ficou um charme!

Paz e bem!

Aline:)

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Mudou!

O nome do blog mudou gente! Espero que tenham gostado. A aparência vai mudar em breve também.

Até...

Line.