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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Sobre o outro


O que você pensa a respeito dos outros, revela mais de você do que dos outros.

#minhaantropologia
#iguais

Aline.

Desaprender


"E convém aprender: No amor mais se desaprende do que se aprende."
Frei Betto

Aline :)

sábado, 24 de setembro de 2011

O veneno está na mesa

Um documentário de Sílvio Tendler sobre a indústria dos agrotóxicos e suas causas.


"O agricultor tem que aprender a confiar na natureza."

Pra pensar e se posicionar. Só ainda não me pergunte como.

Aline.

Dignidade

Pensando sobre a minha dignidade

Aline.

domingo, 18 de setembro de 2011

Hoje vou de Chico, o Buarque.

Essa semana eu me peguei dizendo algo que nunca imaginei que fosse dizer um dia. Foi aí que eu percebi que nada mais será como antes...

Faz pouco mais de um mês que entrei para a Universidade. Quando eu parava para pensar em como era a vida de um universitário, eu tinha uma grosseira certeza de que não levaria muito jeito para a coisa. Só que existe uma coisa que viria a fazer toda a diferença nessa história de tantos achismos. O saber é uma coisa boa, digo, muito boa. E eu sou curiosa. Dito e feito: estudar está sendo incrível!

Liguei para uma amiga que faz História na UERJ um dia desses. Enquanto conversávamos, ela me perguntou: Aline, vai me dizer que você é daquelas que quando o professor pergunta "Quem leu o texto?", você levanta a mão? Eu disse: Sim. Eu sou.

Rimos e ela disse: Então você é daquelas!

A ideia de retornar aos estudos com um pouco mais de maturidade, foi muito boa. Uma vez com o olhar de mundo e de pessoas bem diferentes, o olhar sobre o que faço nesse momento da minha vida, também muda. Estou adorando o curso e cada disciplina. Os professores são "os caras" e a turma... é gente boa! Hoje eu me sinto tranquila pra encarar os 5 anos que virão. Apesar do medo que tive no começo de tudo isso, das incertezas que me rondaram e da luta que travei dentro de mim. Apesar das renúncias, das distâncias e das perdas... Apesar de, o amanhã realmente foi outro outro dia. Minha família me apóia e pessoas que acreditam no que estou fazendo, se importam e caminham comigo. Eu acho que chega um momento da nossa vida, que a gente consegue ver quem realmente segura as cordas com você. Esteja ou seja você como for, ainda que o caminho se mostre apertado... eles vão com você.

Eu só volto atrás de uma coisa quando vale a pena. Geralmente, eu nunca volto. Porque quando vale, eu não costumo deixar pra trás. Algumas outras, é preciso tempo. Não significa que eu deixei. É só uma questão de tempo. Quando é importante pra mim, quando me pertence... eu levo comigo pra onde eu for. Custe o que custar. Então eu descobri que existe um programa de extensão na universidade, onde posso atuar em alguns projetos para a comunidade local. Não podia ser melhor...

Então, pra quem acredita e tá nessa comigo, obrigada! Eu tenho comigo quem preciso. E pessoas novas estão chegando também, né? Minha vida tem dessas coisas... todo mundo tem. ;)

Ah, e eu me divirto por aqui. Acordo cedo, durmo tarde. A comida é um desespero. Ando cozinhando pra mim. Terça a gente come pizza. Morro de rir com as meninas. Verônica é uma colega que tem se tornado parceirona. Me dou bem com a turma toda. Adoro as aulas de Ciências Políticas. Antropologia é a melhor e mais difícil!! Não acho que vou me tonar uma marxista. Vou começar a ir nas reuniões da galera da Reforma Agrária. Tem muita festa. Já fui à uma. Quero voltar a correr. Tô sem tempo. Sexta acontece minha 1ª prova. Segunda começa a semana acadêmica. Tâmo animado!! Vem muita coisa boa por aí. Vai ser um tempo especial!! =D

Uma música pra deixar o blog mais bonito. Porque o Chico deixa tudo mais bonito:


Um beijo.
Aline.



terça-feira, 6 de setembro de 2011

Oi e tchau!

Oi gente!

Nossa... eu queria ter tempo pra pensar sobre algo legal ou mesmo escrever um texto novo para postar aqui. Eu até tenho muita coisa nova para compartilhar, mas não me resta esse tal de tempo. Como não consigo mais fazer desse espaço um diário como fazia antes (Porque há muito que se falar... sim, há! rs), eu vou focando nos estudos né? Aí venho aqui só pra... hum...

Dá pra passar e dar um oi! Tá bom? =/ Mas será que alguém tem vindo aqui? Sei lá... Nem tem nada aqui.

Bem, não tenho novidades. Amanhã, dia 07, irei à Bienal. Vou assistir uma palestra com o jornalista Eduardo Bueno. Gosto dele. Ele vai falar sobre história no Brasil. Quem sabe um novo livro? E depois vou passar os próximos 4 dias lendo tantos, tantos textos... que, ai... morri!

Nem ouvir música eu tenho conseguido!!! Pense? Eu esqueço de ouvir música e esqueço de beber água. Ahhh... fui ao cinema ver O Planeta do Macacos. Legal, mas esperava muito mais.

É isso.
Oi e tchau!

Um beijo.
Aline.

Ps.: Se alguém quiser um filhote de cachorro, teve uma cadela aqui que trouxe 8 à luz! Meu deus... aqui tem mais cachorro do que gente!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Primavera, memórias e amoras

E a primavera já vem vindo.
Tô na correria.
Tô com medo de esquecer.

Ps.: Encontrei um pé de amora aqui. Todos os dias, quando volto das aulas, passo por lá. É época de amoras ;)

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Ganhei meu computador

Acabei de ganhar meu Notebook!!

Esperei muito por isso...

Tô tão feliz!!! =D

Presentaaaaaaaaaaaço da família!!


PAI

MÃE

TIA

MANO


Obrigada!


Amo vocês.


;)

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Doe um livro

Oi gente!

Ó, é rapidinho! Não há novidades. Tirando o fato de eu estar estudando como nunca antes e o de eu estar adorando o curso... não há novidades. Preciso dos livros listados abaixo. Tô comprando usados, sites promocionais, sebos, livrarias que parcelem em 10x sem juros, bancas de jornais, bienal... sei lá. Onde estiver mais barato!! Já adquiri o 1º. Claaaaaro que foi de Antropologia, que é a disciplina que está me deixando sem fôlego. Estudar é muito bom, gente. Agora, estica, levanta da cadeira, lave o rosto e vá ler um também. Internet é o fim dos tempos! Pode ser um desses aqui:

- Aprender Antropologia, François Laplantine. (Esse é excelente! Eu casaria com esse livro!)

- A Era das Revoluções, Eric J. Hobsbawm.

- O Processo Civilizador, Norbert Elias. (Onde estava este homem que não me fizeram o conhecer??? Céus!!!)

- Curso de Ciências Políticas, Marcelo Maciel. (Babem! Ele é meu professor! E está me fazendo entender a história da política, desde Sócrates, como ninguém!!)

Ok. Por enquanto somente estes para o 1º período: 7 livros por R$350. Onde mais? Em que outra Universidade? Nunca será. Só na mais linda do Brasil. Tirando a greve!

Beijos amorosos.

Da rural.
Aline. =p

sábado, 20 de agosto de 2011

Standy By

Ai... e esse blog? =/

Gente, vai ter que ficar parado por um tempo, tá? =(

Pois não há tempo!

Tô meio atolada.

Volto qualquer hora.

Um beijo amoroso.

Aline.

sábado, 13 de agosto de 2011

Eu sinto saudades o tempo todo mérmo.

Amora =)

Notícias rurais

E como alguns bem sabem, Aline não resiste à uma árvore. E que árvore!
Lago do IA - UFRRJ

Oi gente!

Bem, ainda estou sem acesso à internet na Universidade, mas em breve isso estará resolvido. Passarei pouco tempo online!! Minha primeira semana foi inicialmente desconfiada, como sempre sou. Mas aos poucos fui me identificando com o lugar e, pouco a pouco, com as pessoas. Minha turma tem aproximadamente 40 alunos. Boa parte deles, tem entre 18 e 20 anos. Cismei. Muitos estão ali cheios de dúvidas e nem sabem ao certo se querem mesmo cursar Ciências Sociais. Na quinta-feira, tive meu primeiro encontro com a coordenadora do curso. Foi um tempo onde ela esclareceu realmente o que significa estudar Ciências Sociais e tudo mais que estará relacionado com meus próximos 4 anos de faculdade. Confesso que deu aquele frio na barriga... agora a ficha caiu!!

Sobre o local, a Universidade é gigante. Dá pra se perder lá. Mas o pessoal dos outros períodos estão sendo super atenciosos com a gente que está chegando. Tive uma semana cheia de coisas pra fazer com eles e encerramos num fim de tarde fantástico no lago do IA. Ô lugar lindo!! Acho que sai umas poesias por lá. Até então, vou morar num alojamento com mais 5 meninas. Bem, a Universidade é incrível, com centenas de oportunidades e muita coisa boa pra contribuir pra minha vida, massss.... estrutura não tão boa. Novas vagas equivalem a mais pessoas que irão depender de tudo que o sistema oferece, sendo que eles não se prepararam para receber essas novas turmas. Resumindo: faltam salas para as aulas, faltam alojamentos para os estudantes e vários setores estão em greve. Era de se esperar. Mas minhas expectativas são boas e positivas! Só lamento muito ter que deixar o blog um pouco de lado, mas sempre que eu tiver tempo, apareço por aqui, nem que seja pra dar um oi, um desabafo... qualquer coisa! Assim vocês podem estar perto de mim... ainda que tão longe! =)

Depois vou colocar umas fotos na página "RETRATOS". Já estou lotada de coisas pra ler. E isso é só o começo. Mantenho vocês informados dessa minha aventura na Rural. Obrigada pelo carinho de quem visita o blog. Obrigada pela força, galera!! Eu tô numa boa... a gente se vê! Muitas saudades de todos! Todos mesmo! =)

Um beijo.
Fé.
Paz e bem.
Aline.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Bom dia...


Boa semana!
Tô indo...
Alguém pra me ajudar com as malas?

=P

Semana que vem conto tudo!!
#ufrrj

sábado, 6 de agosto de 2011

Minha caminhada ainda não terminou - Final.

Oi!

-A arte de rir sozinha-

Despedidas...

Ontem foi meu último dia na Jocum. Coisa mais triste, do que deixar algo que se ama com tanta intensidade, não há. Eu parecia evitar a hora de sair da casa. Passei o dia como se fosse uma sexta como todas as outras. Afinal, segunda eu estaria lá outra vez. Mas no fundo, eu sabia que aquele dia seria diferente. Meu tchau, dessa vez, seria longo. Arrumei o que restava, e decidi toda majestosa que sairia dali direto pro CCBB ver uma nova exposição. Depois de abraços corridos em cada um que ali estava, meu Deus...

Descer aquelas escadas nunca pesou tanto! Bastou o 1º degrau pra que eu desmoronasse em lágrimas. Meu choro é raro. Quando vem, é porque dói mesmo. E lá ficou eu, de pé no ponto de ônibus, chorando como uma boba. Quando eu fico frágil demais, preciso de pessoas por perto. Pessoas que eu amo me dizendo que tudo vai ficar bem. Fui pro Jardim Botânico abraçar minha mãe. Na casa, sentei no vaso e ali chorei. Seria mais romântico na margem de um rio, mas não. Foi na privada mesmo e chorei toda minha dor. Por tudo que eu estava deixando pra trás. Por tudo que eu viria a deixar.

Minha sexta, dia 05 de agosto de 2011, foi daquelas que a gente guarda a data, pra nunca mais esquecer. Nossa, eu realmente amava o meu trabalho! Todas as meninas da casa, que se tornou "um lugar pra recordar", foram muito queridas e pacientes comigo. Com minhas manias e dias em que eu acordava de mal com o mundo todo. E eu aprendi tanto com todos ali. Graça, Bel, Inês, Lieke, Priscila, Michelle, Euro, Caio, César, Sheila... muito obrigada! Compartilhar a vida e tudo mais que fizemos juntos foi uma honra pra mim. Nossas conversas, risadas, jantares, reuniões e invenções. Tanta comida!!! Eu confesso que acho que fiquei mais esperta na cozinha. Perdi o medo de panela de pressão e até encarei um fogão violento que tem na casa. Nossas idas ao Habibs, ver filmes e novelas juntos, subir e descer aquelas escadas. Estar juntos para levar esperança para aquele povo... faria tudo de novo. Era chegar ao fim do dia tão cansada e tão apaixonada como tudo começou. E as horas que eu tive com as crianças, já falei sobre isso. Elas superaram qualquer um.

Eu realmente aprendi muitas coisas. Cresci. Mudei. O mundo ficou diferente. A decisão de ir para a Universidade (2ª feira acontece a minha primeira aula! Uhulll!!) tem parte diretamente com o que eu quero construir. A minha realização pessoal será traduzir essa nova fase, daqui há alguns anos, em tudo que sempre acreditei: Um Rio de Janeiro mais justo e transformado! Entendo que preciso viver isso. E precisa ser agora. Essa convicção faz com que essas despedidas sejam mais fáceis. Mas tô em paz! É meu novo compromisso comigo mesma e com tudo que faz sentido pra mim.

Chegar em casa com tantas malas... que desânimo! Não há espaço no chão do quarto do meu irmão (Desculpa, amor! Você sabe... que graça tem seu quarto sem minhas bagunças? Já, já isso será resolvido.) para nada. Detesto fazer e desfazer as malas. Coisa mais chata, não tem. Quer dizer, tem sim!

Esse último ano eu ganhei tantas coisas boas. Conheci pessoas tão legais. Vivi experiências tão especiais. Fui corajosa e tive medo. Experimentei sensações que nunca antes havia experimentado. Fiz coisas pela primeira vez. Ganhei novos amigos. Conheci novas canções. Aprendi novas palavras e novos sorrisos. Pessoas. Muitas pessoas. Dancei!!! Cortei muito meus cabelos. Tentei deixá-los crescer... nunca mais será. Não consigo. Acabei de voltar do salão. Cortei mais um pouco. Eu gosto disso!! =) Ahh, tive raiva, ódio, vacilei, ignorei e menti. Mas ri como não ria há um bom tempo. Isso foi demais!

Pessoas mudam nossas vidas o tempo todo!

Nesse ano também ganhei um grande amigo, com quem gastei horas e horas e horas e horas conversando, e que me colocava apelidos ridículos, que pedia perdão o tempo todo, que era convencido, fazia drama como ninguém, era insuportável quando falava de música, gostava de implicar e de me irritar, desesperado e assustadoramente chato.

Mas foi o melhor amigo que eu já tive.

Eu ganhei muitas coisas que não caberiam aqui. Decidi deixar só pro meu coração guardar, porque nele cabem coisas que a vida nem imagina. E é essa vida que desajeita e ajeita tudo ao mesmo tempo. É essa vida que nos surpreende, que nos apresenta o amor, a luta, a coragem, a alegria, a dor, a fé... a poesia. Quando você menos espera, essa vida acontece e passa diante de você. Quase que não dá pra ver. Essa vida também nos força a tomar decisões quase que impossíveis. Quase que difíceis demais pra ser verdade. Abrir mão do belo é algo devastador. Depois de ter feito algo na noite passada, algo que exigiu de mim uma força que confesso não ter, eu percebi que lidar com as perdas e despedidas, para mim, tornou-se uma questão de tempo. É como se eu realmente acreditasse que o tempo pode cuidar de tudo e trazer as respostas que eu preciso para poder prosseguir. Eu estou sempre me despedindo das pessoas e pedindo, gentilmente, que elas se retirem da minha vida. Talvez isso seja mais fácil do que vê-las partir. É um tanto egoísta, eu sei. Então, antes que seja tarde demais... outra vez, vale o eterno enquanto ele durar.

Nessa mesma noite, com mãos geladas e tremendo, com os olhos inchados de tanto chorar, eu me despedi daquilo que eu aprendi a acreditar. Foi uma das coisas mais tristes que eu já fiz. O simples é bonito, mas também basta pouco pra tornar tudo muito feio. Quando contei para minha mãe, ela disse: "Nossa, Aline. Que coisa mais triste. Como você consegue [...]? Chega dar um aperto no peito [...]".

Eu ri e falei: "Não sei. Não sei como. Saberia só se eu pudesse."

Daí, eu "ganhei" uma música.


Gosto de histórias. Significados. A letra da música foi criada, inspirada num poema de Jorge de Lima (1893-1953) , que contava sobre Agnes, uma equilibrista por quem um médico se apaixona. Ele encontra no mundo do circo a satisfação de todos os seus anseios. Mas Beatriz é inatingível. É a história de um amor impossível. Ele não sabe quem ela é, de fato... Mas sabe que esse amor não pode acontecer. Numa homenagem a Beatrice Portinari, de Dante, Chico Buarque a pôs no sétimo céu, vindo a criar, então, uma de suas mais sofisticadas canções. No álbum: O Grande Circo Místico, a canção é interpretada por Milton Nascimento. Beatriz é um poema de delicada beleza. Acima, ela é tocada por Ricardo Herz, um violinista espirituoso, que nos enche de virtude a cada nota.

Olha,
Será que ela é moça?
Será que ela é triste?
Será que é o contrário?
Será que é pintura o rosto da atriz?
Se ela dança no sétimo céu
Se ela acredita que é outro país
E se ela só decora o seu papel

E se eu pudesse entrar na sua vida

Olha,Será que é de louça?
Será que é de éter?
Será que é loucura?
Será que é cenário a casa da atriz?
Se ela mora num arranha-céu
E se as paredes são feitas de giz
E se ela chora num quarto de hotel

E se eu pudesse entrar na sua vida

Sim, me leva para sempre Beatriz
Me ensina a não andar com os pés no chão
Para sempre é sempre por um triz
Ah, diz quantos desastres tem na minha mão

Diz se é perigoso a gente ser feliz

Olha,Será que é uma estrela?
Será que é mentira?
Será que é comédia?
Será que é divina a vida da atriz?
Se ela um dia despencar do céu
E se os pagantes exigirem bis
E se um arcanjo passar o chapéu
E se eu pudesse entrar na sua vida. . .



-Beatrice Portinari, de Dante-


Bem, eu não a ganhei. A deixaram comigo. Eu só preciso guardar.

Muito Obrigada! Tem coisas que a gente nunca vai esquecer...

Levo comigo...
Como tudo que passou.
A vida segue.
Para sempre é sempre por um triz...


Chega, né? Já falei demais!
Todo meu amor pra quem ler esse post gigante.
Só fique aqui!

Aline.