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sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

De repente é amor...


- Eu amo cada palavra dessa poesia. Ela me inspira a ver o amor como algo que, quando descoberto, é uma delícia de se viver. Algo que transmite infinitas sensações... Opostos que se atraem e momentos inesquecíveis... É linda! Foi escrita em abril de 2006.


"Nunca se sabe...
De repente é amor.
Amor que sinto, que se foge e que me consome.
Amor que me faz distraído, que me faz percebido.
Que eu espero, que encontro e que vejo por acaso.

Nunca se sabe...
De repente é amor.
Amor que me esquenta, me impressiona e me floresce.
Amor que me dá prazer, me traz dor e acontece.
De visão, que se ouve e se toca.
Que é bom, no escuro ou não.
Amor feito sol, lua ou cometa, fusão.

Nunca se sabe...
De repente é amor.
Amor que me envolve e me deixa tonto tipo conto.
Amor que tem cheiro e me faz suspirar.
Me leva no fundo e profundo, me faz viajar.
Amor de outro mundo que não se conhece.
Amor extra, de outro planeta, terrestre.

Nunca se sabe...
De repente é amor.
Que me pegou sem jeito, me fez outro sujeito.
Me encantou num olhar, meio estranho e sem pensar.
Um amor suado, pintado e tentado.
Um amor que me tira o vazio, o fôlego, calafrio.
Um amor cheio de vida, desejo e ego.
Amor que sinto.
Nunca se sabe...
De repente é amor.'

2 comentários:

1002 Professores do futuro disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
1002 Professores do futuro disse...
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